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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Uma Regata Complicada

Neste mês de maio aqui em Florianópolis todo o sábado tem regata de oceano. No primeiro sábado (05/05) tivemos a Regata Solitário, pela Copa Flotilha do Veleiros da Ilha que foi uma regata gostosa. No sábado seguinte (12/05) tivemos a 3ª etapa do Catarinense de Minioceano, na Lagoa da Conceição, uma regata pesada que disputei com o Mutley, o meu Bruma19. Neste sábado (19/05) tivemos a Regata Ele e Ela, a 2ª etapa da Copa Flotilha, também disputada na Baía Sul. Desta vez, diante das previsões de pouco vento, a nossa classe, dos Velejadores Cruzeiristas, optou por uma raia cerca de 4 mn mais curta, ficamos com cerca de 8 mn de raia.

A merreca nivela tudo. Mesmo sem poder usar balão disputando com um C30 e um Skipper30 de regata
 
Esta foi uma regata complicada. Tivemos muito pouco vento, em mais de uma vez vi o anemômetro marcando 0.0, o vento rondou até 180º depois voltou, no final firmou em torno de 6 nós. Isto num dia nublado com algumas chuvas esparsas. Para mim e a esposa no Tinguá foi difícil com nossa mediçáo RGS muito alta e a genoa pequena. E ainda tivemos uma rápida encalhada na borda do Banco das Tupitingas, no afã de sermos ao menos fita azul. No corrigido ficamos em 4º lugar entre os nove da nossa classe, num total de 20 barcos na regata.


Mais imagens em www.esportesdomar.com.br e clip aqui.

sábado, 29 de novembro de 2008

Mutley Vence com Nova Proeira

Claci, minha esposa, já fez três Regatas Ele & Ela comigo, todas da Copa Flotilha, a primeira com o Bicho do Mar e nas duas últimas edições com o Tinguá. Mas nunca deu certo de fazermos a Regata Ele &e Ela, de mini-oceano, organizada anualmente pela Avelisc, como o encerramento festivo de sua temporada. Aliás, a Claci nunca havia embarcado no Mutley , nosso Bruma19, antes de hoje!


Foi mais um dia que amanheceu nublado e chuvoso e a imediata bem que tentou me convencer a não fazer a regata. Isto que nem contei a ela que a previsão era de ventos com fôrça 4-5.
A regata teve um percurso paralelo a Avenida das Rendeiras, na Lagoa da Conceição, com sete pernas. Dentre os 17 participantes tivemos cinco Brumas 19. Houve pouca chuva durante seu transcorrer mas o NE fôrça 4 a 5 esteve sempre presente. Mas, a proeira foi valente e vencemos depois de uma boa disputa com o meu amigo Fabrício e companheira, do Koan, que nos ultrapassou por duas vezes. Fomos tão bem que só chegamos, no geral, atrás de um Neo25, um Delta21 e dois Microtonners.



(Fotos e clip de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br, onde há mais fotos)

sábado, 21 de abril de 2007

Regata Ele & Ela




A FCVO - Flotilha Catarinense de Veleiros de Oceano tradicionalmente, em conjunto com o ICSC-Veleiros da Ilha, organiza a Copa Flotilha, entre abril e maio de cada ano, composta de 3 regatas festivas: a Regata Êle & Ela, a Regata Solitário e a Regata Tripulação.

Hoje disputou-se a primeira delas a Regata Ele & Ela. Minha proeira condicionou sua participação a alguns compromissos e as condições meteorológicas. De modo que só hoje cedo ficou decidida nossa participação e acabei não tirando nenhum peso extra do barco (água, combustível, churrasqueira, mesa de cockpit, etc.,etc.). Antes da largada treinamos algumas cambadas, com ela no leme, o que ela nunca havia feito, nem no Bicho do Mar.

O dia estava maravilhoso e o vento abaixo dos 10 nós, ideal para elas. Erramos o tempo da largada e tivemos que correr quase toda a linha e a primeira cambada foi terrível, mas depois fizemos tudo certo e fomos os sétimos, entre os 29 inscritos, a cruzar a linha de chegada, em frente a Ponta da Ilhota, em Sambaquí, na Baía Norte da Ilha de Santa Catarina. A esposa foi uma revelação, como proeira, até indo à proa embarcar a genoa...Tá certo, que na parte final ao contornar Ratones Grande, com o nordeste já em torno dos 20 nós de través e o Tinguá muito adernado pela falta de escora suficiente, ela já estava quase querendo pular na água...

Depois tivemos uma agradável comemoração na residência do Comandante Guto (do Feitiço), ali mesmo na Ponta da Ilhota, retornando no final de tarde, à vela, ao Veleiros.

Com o barco já no seco constatamos mais uma vez a existência de água no fundo do casco, abaixo das pias da cozinha. Isto tem ocorrido sempre que velejamos, e só quando velejamos e o barco aderna, pois atracado não ocorre. Vamos ter que fazer uma busca cuidadosa para descobrirmos mais este problema.

(Veja mais em www.icsc.com.br/flotilha2007 e http://www.esportesdomar.com.br/, de onde retirei a foto de cima).