terça-feira, 25 de outubro de 2011

Voltando Pra Casa - Parte 2

No post Voltando Pra Casa - Parte 1 contamos como foi a nossa travessia Bracuhy - Florianópolis até Santos, onde tivemos que interrompe-la devido ao mau tempo. Pois bem, uma semana depois estávamos de volta ao ICS, em Santos, para completarmos a travessia. Eramos Nei Bittencourt, Saul Capella e Ricardinho Henrique Dias no Aquaviva, Beto Larsen e Geraldo Garcia no Parangolé e Luciano Pacheco e Eu no Tinguá. Devido a janela de tempo a travessia seria direta, sem a parada desejada na Ilha do Mel ou das Peças.
Disputei a regata de minioceano na Lagoa e às 19:00h, junto com o Luciano, pegamos o ônibus para Santos. Chegamos no Tinguá ajeitamos as coisas, esperamos dar 8 horas para o posto abrir e completarmos o tanque de diesel e às 08:30 estávamos zarpando. Agradeço ao Iate Clube de Santos e seus funcionários, clube conveniado com o nosso ICSC, que sempre nos recebe muito bem quando por lá passamos, seja na sede Guarujá seja na de Ilhabela.

 
Esperando o posto de combustivel do ICS abrir (Foto: Luciano Pacheco)

 
Saindo na Baía de Santos

Optamos por uma rota mais próxima a costa, mesmo aumentando a distância em cerca de 20 mn, pois o BuoyWeather previa ventos fortes em algumas regiões de mar aberto e assim estaríamos mais perto para procurar abrigo se necessário. No primeiro dia (23/10) saímos com vento SW de 11-12 nós "na cara" e mar de 1,8-2m com amplitude média na bochecha de bombordo. Mais tarde o vento rondou para nosso través a 8-9 nós e à noite para a popa até ficar uma aragem. Sempre que subo ou desço a costa com o Tinguá encontro golfinhos, em especial na região da Ilha da Queimada Grande. Desta vez não foi diferente. Eles nos brindaram com suas evoluções ao redor do Tinguá no início da noite à cerca de 20 mn após a Queimada. 

 
 Parangolé no través da Ilha Queimada Grande


 
Sol se pondo no mar, sempre muito bonito

No amanhecer do segundo dia (segunda, 24/10) tínhamos rumo 245º com vento fraco novamente pela proa e mar de 1-1,5m longo. Após às 11 horas foi chegando um E que custou a se firmar nos 6-7 nós. Só pela uma da tarde o E cresceu para 9-10 nós e o mar de SE agora de través e com menor amplitude. Ao anoitecer, no que colocamos o primeiro rizo o vento, rondando lentamente para NE, cresceu para 18-19 nós com rajadas de 21. A noite toda o vento se manteve em 9-10 nós, com muitos períodos curtos intercalados de 12-13 e 15-17 nós. O mar é que virou o "capeta" com ondas de 3m ou mais, curtas e de través. Já saímos querendo chegar na terça-feira (25/10) pela manhã pois havia uma frente fria chegando à noite (aqui no sul geralmente elas adiantam), quando na metade da tarde, no través da Ilha de São Francisco escutamos na rádio costeira um aviso de fortes ventos NNW previsto para em torno das 10 horas da terça. Aí então era preciso chegar rápido sob pena de ter de arribar para buscar proteção em alguma baía da região. Como tinha gasto diesel com parcimonia, aceleramos mais e empurrados pelo vento de popa literalmente "descemos morro abaixo". Até chegar andamos com média acima dos 7 nós. 

Os pesqueiros foram um capítulo a parte. Sempre os encontramos mas nesta travessia ao cair a noite, na região entre Armação do Itapecorói e Itajaí, como que num passe de mágica o mar ficou qualhado deles. Eram muitos e próximos uns dos outros arrastando suas redes, vários bem grandes com uma quantidade enorme de luzes. Foram algumas horas de muita atenção e adrenalina.



Foi na conta certa. Atracamos no pier norte da sede Centro do ICSC-VI às 04:55h com NE de 8-9 nós, após 44:25h e 271 mn. Antes das sete horas já era N com cerca de 18 nós e às oito, já em casa, o tal NW chegou e por uma boa meia hora roncou acima dos 30 nós, com rajadas acima dos 40.


Bem, o Tinguá esta em casa novamente depois dos ótimos quatro meses na região de Angra dos Reis e Paraty. Tenho uma lista de coisas a ajeitar, mas logo estará pronto para outra.


Video com imagens da travessia  
Fotos em www.picasaweb.google.com/lflbeltrao/angra2011.

Mutley é Tetracampeão

Estávamos a espera de uma janela de tempo para trazer o Tinguá que ficou em Santos e ele veio bem no fim de semana. Bom que encaixou certinho e consegui disputar a 8ª e última etapa do Ranking de Minioceano 2011, a tradicional Regata Armazem Naval, da Avelisc, sempre na Lagoa da Conceição.

Difícil foi arrumar proeiro, pois o meu imediato Guto Kindlein viajou, Érico Couto parceiro nos primeiros anos do Mutley tinha curso, Daniel Zohar companheiro de tantas regatas está na fisioterapia e mais um sem número de amigos com quem contatei ou já estavam ambarcados ou tinham algum compromisso. Mesmo com a previsão de forte NE fui para a marina para fazer a regata em solitário. Quando já havia montado o Mutley com a grande rizada e a G3 (meio estranho pois naquela hora o NE era bem fraco) eis que o Maurity, timoneiro do Bilitote, me avisa que havia um tripulante a procura de barco para a regata. Tratava-se de Pedro Bernardi, que já conhecia, um ótimo velejador. Estava salva minha regata. Melhor ainda que o NE realmente roncou nos 16-18 nós durante a regata e o meu adversário do ano, o Gustavo do Imagine, veio com o reforço do meu amigo Daniel Pastorino, excelente velejador, natural da Sardenha, que já fez várias regatas na tripulação do Tinguá.

Mutley (Bruma19) na disputa da regata
 
Resumindo com o Pedro fizemos uma excelente regata, vencemos e o Mutley levantou seu quarto título do ranking em seis disputas. Disputamos seis das oito regatas e vencemos todas, claro que ajudados pela pequena concorrência na classe neste ano.

 Com o Pedro Bernardi (esq.) recebendo a premiação da regata

Fotos de www.esportesdomar.com.br onde tem mais fotos, video e súmula.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Salve o Pier do Saco da Ribeira

Tenho acompanhado, principalmente através do grupo ABVC no Yahoo, a situação do Pier Público de Ubatuba, no Saco da Ribeira. A praticamente inderdição do pier tem provocado enormes transtornos e prejuízos aos pescadores, as escunas de turismo, aos velejadores e prestadores de serviço ali baseados. Com atitudes autoritárias, até truculentas, e sem transparência por parte dos órgãos governamentais envolvidos ninguém sabe ao certo no que vai dar. Vão adequar a área as exigências ambientais (muitas descabidas) do Ibama e a área vai retornar aos seus usuários até em melhores condições? Ou existe interesses ocultos de grandes capitais por área tão nobre? ou...Nenhum de nós sabe ao certo.

No último dia 13/10 retornando do Bracuhy para Florianópolis com o Tinguá e os veleiros Parangolé e Aquaviva, constatamos in loco a "interdição" do pier. Estranhamos também o valor de 50 reais pedido pelo funcionário da AUMAR para pernoite numa poita. No caribe o preço médio é de 25 dolares e muitas vezes dá direito a água e as vezes até um saco de gelo. Em Paraty pagamos 60 reais de diária em marina no pier, com energia, água e banho.

 Tinguá chegando no Saco da Ribeira

O que interessa é que a comunidade náutica de Ubatuba começa a se mobilizar e está, dentre outras ações, fazendo um grande abaixo-assinado. Faça como eu e assine-o em http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N15326

sábado, 15 de outubro de 2011

Voltando Pra Casa - Parte 1

Chegamos no Tinguá, no cais D da Marina Bracuhy, por volta de 19:30h depois do vôo da Azul (Floripa-Campinas-Rio) e o bus da Costa Verde, do Rio até a entrada da marina. Na terça-feira (11/10) pela manhã desencapamos o Tinguá, trocamos óleo e filtros do motor, água no tanque e zarpamos da Marina antes das 14:00h. Fomos direto a Marina Piratas, no centro de Angra, para fazer mercado, velejando num SSW de 16 nós na Baía da Ribeira. No final da tarde ancoramos na Praia do Vitorino, na Ilha da Jipóia onde pernoitamos.


Luciano e as compras de mercado, na Marina Piratas (Foto:Giovani Dal Grande)

Na quarta cedo fomos até a Marina 1, no fundo da Baía da Ribeira, para abastecer com diesel Verana e para o Giovani e Luciano conhecerem. No retorno ancoramos em Itanhangá para almoçar e aguardar os veleiros Aquaviva (com Nei, Jorge e Saul) e Parangolé (com Beto Larsen), também do ICSC-VI para retornarmos juntos a Floripa. Aproveitamos para limpar o fundo do Tinguá. A água estava a 30º C.

Tinguá no posto flutuante da Marina 1

No inicio da tarde partimos os três veleiros para a Ilha da Cotia velejando numa orça apertada no SW de 14-17 nós. Na Cotia pernoitamos amadrinhados.O Giovani Dal Grande é o atual Diretor de Cruzeiro do ICSC e Eu o vice-presidente da ABVC para Santa Catarina, então na conversa à noite no cockpit começamos a desenvolver a idéia de fazermos um cruzeiro entre Floripa e o Bracuhy para incentivarmos os nossos colegas cruzeiristas a fazerem como nós e trazerem seus veleiros para a região da Baía da Ilha Grande no inverno. O clima do inverno no sul nos limita muito para cruzeirar. O deste ano então foi especialmente frio e chuvoso. Sairíamos de Floripa em tempo de participar do Encontro Nacional da ABVC e retornaríamos em outubro ou novembro como estamos fazendo agora. A idéia ganhou até o apelido de "Mané Cruzer".


 
Nei, na Cotia, escutando o jogo do Avai no "radinho" (Foto:Luciano Pacheco)

Saímos da Cotia às 6:45h, orçamos até contornarmos a Ponta da Juatinga com um mar baixo mas um pouco desencontrado e vento de 10-12 nós. Mais tarde na altura da Ponta Negra, com o vento já na casa dos 8 nós, de popa, cruzamos com os veleiros do Cruzeiro Costa dos Tamoios, da ABVC. Nos dirigimos para a Praia de Picinguaba, com o vento tendo rondado 180º e crescido um pouco de intensidade. Ancoramos na aprazível Picinguaba onde preparamos nosso almoço.

Picinguaba, no litoral norte de São Paulo
 
Continuamos no inicio da tarde, o Aquaviva e o Parangolé direto para a Ilha Anchieta, a 22 mn dali, e nós fomos antes conhecer o ancoradouro da Ilha das Couves. Chegando na ilha fomos cercados por dezenas de golfinhos que " brincaram"  por bons 20 minutos ao redor do Tinguá. Muito lindo. Chegamos na Anchieta por volta das 17h e nossos companheiros preferiram ir pernoitar no Saco da Ribeira. Lá ancorei próximo a Praia da Ribeira, no meio de muitas poitas, com os outros dois amadrinhados. Saul e Giovani prepararam um gostoso carreteiro de charque e calabresa, acompanhado de bons vinhos e cerveja.


 Vídeo dos golfinhos na Ilha das Couves


Participantes da edição piloto do "Mané Cruzer" reunidos no Tinguá

Os companheiros sairam antes direto para Ilhabela, nós fomos até a Baía das Palmas, na Ilha Anchieta, e depois navegamos na Enseada da Fortaleza antes de rumar para Ilhabela. Logo ao passar pela Ilha do Mar Virado entrou um SW com rajadas acima dos 20 nós. Pegamos um ângulo e seguimos numa orça apertada. Este passou rápido em cerca de uma hora. Quando já estávamos próximos da Ponta das Canas o SW retornou. Velejando chegamos a proteção da Praia da Armação onde ancoramos para preparar o almoço. Depois de uma rápida sesta seguimos, com SW de 13-14 nós e rajadas até 19, direto para o posto de combustível, nom Pier dos Pescadores, para abastecermos os tanques de diesel e água. Em seguida pegamos uma poita no Iate Clube de Santos (ICS), clube conveniado com o nosso. Depois de um bom banho fomos passear na Vila com direito a café no Ponto das Letras, pizza e sorvete no Rocha.

 Enseada de Santa Teresa, na sempre linda Ilhabela (Foto:Luciano Pacheco)


Com as previsões nada favoráveis iniciamos as discussões sobre a continuação da viagem. Ao final mesmo com as previsões de algum SW e muita chuva decidimos sair no dia seguinte (15/10) cedo, eles direto para Santos, onde poderíamos deixar os barcos bem protegidos no pier do ICS. Nós resolvemos sair em direção a Ilha da Queimada Grande para sentir as condições de seguir viagem ou não. Depois de sair do Canal de São sebastião velejamos por três horas numa orça apertada com  vento E de 13-15 nós e rajadas de mais de 20. As rajadas foram ficando mais raras e o vento rondando para SE, até vir de proa com 12-14 nós. Tudo com muita chuva e mar pequeno. Depois de poucas horas com vento na proa avaliamos que não seria nada "agradável" fazermos mais de 200 mn apartir da Queimada Grande com ventos na "cara" de até 15 nós. Alteramos o rumo para Santos onde chegamos às 19:20h.

 Orçando no rumo de Santos
   
Em menos de um minuto decidimos que deveríamos deixar os barcos no ICS e retornarmos mais tarde com previsão favorável, pois até dia 21-22 teremos ventos de S e SE. Estamos em outubro e as frentes frias continuam longas...Compramos as passagens na internet, preparamos uma janta coletiva e amanhã rumo a Floripa by bus.

Tinguá na sede Guarujá, do ICS


Veja mais imagens em www.picasaweb.google.com/lflbeltrao/angra2011
Video dos golfinhos no YouTube aqui.

domingo, 9 de outubro de 2011

Indo Buscar o Tinguá

Chegou a hora do Tinguá voltar para casa. O clima tá esquentando aqui no sul e já não chove tanto. Amanhã embarco para o Rio e de lá para a Marina Bracuhy, onde está o Tinguá. Devemos iniciar a descida rumo a Floripa na quarta-feira (12/10).

Tinguá na Marina Bracuhy durante o IX Encontro Nacional da ABVC
 
Comigo vão o Giovani Dal Grande, comandante do MC20 Kiriri Ete, e o Luciano Pacheco, comandante do Bilitote. Vamos iniciar o retorno com dois outros barcos do ICSC-VI que também estão no Bracuhy. O Parangolé (Van der Stadt29), do Beto Larsen, e o Aquaviva (Velamar32), do Nei Bittencourt.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Valeu Guga!

Hoje vou sair do objetivo deste blog para comentar a entrevista (vale a pena ler) que o tenista Gustavo "Guga" Kurten deu ao jornal local Diário Catarinense, na última terça-feira onde se queixou do caos que está Florianópolis, sua terra natal. Guga chegou a afirmar que do jeito que está indo a situação poderá até ir morar em outro lugar. Tem muito a ver comigo pois vim morar em Floripa há 40 anos por me apaixonar por esta cidade. Infelizmente hoje já tenho planejada minha saída da cidade, justamente por conta dos problemas abordados na entrevista.


Guga é um ídolo do esporte brasileiro, o maior atleta catarinense em todos os tempos, aqui chamado de "manézinho da ilha" por sempre, mesmo depois da fama, ter defendido Florianópolis, seu jeito simples de ser, seus costumes, seu time de futebol (o Avaí), seu ar provinciano e pacato. Acontece que esta Florianópolis não existe mais. A cidade explodiu nas duas últimas décadas, ficou famosa internacionalmente (muito graças ao próprio Guga), sofreu grande e rápida expansão populacional e não soube "administrar" isto. Hoje temos todas as mazelas das grandes metrópoles e, o que realmente deve estar preocupando o Guga, não se faz nada, não se planeja, não se tem nenhuma perspectiva que ao menos possa atenuar esta escalada do caos, como bem disse o Guga.

A entrevista provocou uma repercussão enorme na cidade. Todo mundo dando sua opinião, mídia, população, políticos, cidadãos comuns, redes sociais a mil (Guga criou a tag no twitter #SalveFloripa). De maneira geral a população, que sofre estes efeitos danosos apoiando, e os políticos e outras autoridades, como é de seu feitio, minimizando os fatos. Nosso alcaide, grande especialista em se escapar dos inúmeros processos que seus atos, digamos assim "pouco republicanos", provocam, diz que temos mais esgoto que outras capitais (50% da população segundo ele, só se ele contou as com esgoto 3x) e por aí. Um dos coronéis da PM (que já teve uma gravação sua divulgada ordenando a subordinados para não atender ocorrência numa rua próxima a um shopping por ser de "bacanas") justificando que em outras capitais é maior, citando dentre elas o Rio, como seu Rio pudesse ser comparação. É para a situação do Rio que estamos caminhando em passos céleres. Infelizmente o que aconteceu com o Rio não tem servido de exemplo a ser evitado.


Guga Kurten é um ídolo, assim como Ayrton Senna, Pelé e, agora, Torben Grael, porque além de grande atleta sempre se preocupou com seu país e seu povo, dá exemplo de carácter e cidadania. Diferentemente dos "ídolos de barro" do nosso futebol, fabricados as dezenas. E por isto suas palavras tem peso e provocaram tanta repercussão.

Parabéns, Guga!

domingo, 2 de outubro de 2011

Não Tivemos Concorrente mas a Velejada foi Ótima

De novo na 7ª etapa do Ranking de Mini-oceano da Avelisc, ontem na Lagoa da Conceição, corremos sozinhos na classe Bruma19. Já falamos anteriormente aqui que a classe minguou este ano. Desta vez o forte vento Sul (16-18 nós) de antes da largada dificultou a saída dos barcos que ficam na Marina Verde Mar, como o Mutley, e nosso concorrente Imagine não foi para a raia. Nós (Guto Kindlein, Rodrigo Evangelista e Eu), no Mutley, conseguimos sair, mas com bastante dificuldade pois estávamos sem motor.

 Mutley (balão branco, à esq.), Bilitote (Velamar18) e Sopravento (Microtonner)

O vento diminuiu para 8-10 nós, com muitas variações e rondadas, ainda antes da largada. Não tínhamos concorrente mas velejamos bem, largando legal e montando a primeira bóia entre os primeiros dos 16 participantes. Foi uma velejada gostosa com dois ótimos companheiros na tripulação. Utilizamos o balão nas pernas de popa, o que não vinha fazendo desde 2009, para deixar a disputa equilibrada com os concorrentes da classe. Chegamos na frente de vários barcos maiores e mais rápidos.

Esta regata foi comemorativa ao 19º aniversário da Avelisc - a Associação de Vela e Preservação da Lagoa da Conceição - completados no último dia 23/09. É ela quem promove e organiza com muito sucesso o campeonato de mini-oceano na Lagoa da Conceição, supervisionado pela federação de vela.

A acima e outras fotos no www.esportesdomar.com.br