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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Charter no Caribe na Revista Náutica

O número 306 da Revista Náutica, que esta nas bancas, trás uma longa reportagem de capa sobre charter no Caribe em embarcações de velejadores brasileiros. Um dos cinco veleiros participantes da reportagem é o catamaran Cascalho, do casal Luiz Fernando Silva e Mauriane Conte, com o qual fizemos nosso recente charter pelas Grennadines, em dezembro passado.


Sou crítico da Náutica que "doura" demais suas matérias, comete muitas "furadas" e adotou um estilo Caras, com excessiva glamourização do luxo, em detrimento da qualidade técnica. Mas, esta reportagem está bem feita, claro que com uma "douradinha"...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Como Passar as Pontes de Floripa com um Veleiro de 40´?

Para aqueles que não sabem Florianópolis fica em parte na Ilha de Santa Catarina e parte no continente, sendo estas duas partes ligadas por três pontes. A antiga, há 20 anos desativada e em permanente reforma ponte pênsil Hercílio Luz e as mais modernas pontes em concreto Colombo Salles e Pedro Ivo. Estas últimas duas possuem um vão máximo entre 17-18m na maré baixa, sendo um obstáculo aos veleiros maiores. Como o ICSC-Veleiros da Ilha fica na Baía Sul e as pontes (aproximadamente) no encontro entre as duas baías o trânsito de veleiros entre o clube e a Baía Norte é limitado pelo tamanho do mastro.  Ocorre que a região ao norte é a mais demandada pelas embarcações e tem uma barra extremamente tranquila, ao contrário da  barra sul.  A alternativa para os veleiros com mastros maiores é contornar a ilha, num aumento de quase 60 mn no trajeto. Na prática este fato tem limitado o tamanho dos veleiros a faixa dos 40´, mesmo assim precisando de maré baixa para transpor as pontes. Ou na falta desta de alguma " engenharia" como esta abaixo da tripulação do Zeus, um Beneteau First 40.7´.




No vídeo a seguir, descoberto pelo Capitão Roberto Bruno Fabiano, do Veleiro Gaia, uma engenhosa tranposição de uma ponte, nos EUA, com 65 pés de vão livre pelo Alden58 Aratinga com 80 pés de altura ao topo do mastro. Fica aí uma dica...


domingo, 25 de setembro de 2011

Camiseta 2

Não temos novidades. O clima continua frio, temos mais chuvas que sol, um dia é nordestão, no outro " porranca"  de sul, até a etapa do Campeonato de Mini-oceano da Avelisc de ontem foi transferida por conta da frente fria que entrou. Estamos aguardando uma boa janela de tempo para trazermos o Tinguá de volta para casa.

There's More To life Than Just Sailing - Let Me Know When You Find It
 
 Para movimentar o blog mais uma estampa de camiseta de velejador. Esta ganhei dos amigos Ana Paula e Guto, em St.Maarten.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Com a Stefane a Bordo

No sábado (03/09), mais um dia ensolarado, depois do café da manhã rumamos para a Marina Bracuhy para embarcar a Stefane, filha do Jorge, e o namorado Ernane. Saímos velejando com vento SE de 6-8 nós, com uma pequena ajuda do motor (precisávamos carregar as baterias), mostrando algumas atrações da região. Assim passamos em frente ao Frade, por entre as ilhas das Palmeiras, Itanhangá e Paquetá e rumamos para a Praia do Dentista. Agora numa orça com vento já nos 13-15 nós.

Dentista em sábado de inverno

Depois do trecho de contra vento no lado de fora da Ilha da Gipóia chegamos no Dentista que mesmo com o vento gelado já tinha muitas lanchas e outras mais chegando. Demos uma volta e retornamos para almoçar no Canto das Canoas, na Praia do Vitorino. O vento deu uma parada e em seguida voltou mais forte (16-18 nós), rondando para ENE. Foi uma boa velejada até o Vitorino.



No Vitorino

Depois do almoço velejamos mais um pouco e fomos pernoitar no Saco da Vila Velha. Ancoragem protegida, chef Jorge assumiu novamente a cozinha de bordo e preparou um gostoso Pene degustado com bons vinhos. O Jorge, que aprecia Whisky, nem abriu o Johnny Walker Gold Label (18 anos) que o genro lhe trouxe...


 
 Entardecer no Saco da Vila Velha (Foto Jorge Calliari)

Na manhã seguinte depois do café a bordo rumamos para as Ilhas Botinas para fazer snorkel. O dia estava novamente ensolarado, bonito, mas praticamente sem vento. A água não estava tão transparente como de costume e um tanto fria. Só o Ernane se animou no snorkel. Dali rumamos de volta ao Bracuhy passeando pelas praias das Flechas e Fazenda. Na Baía da Ribeira pudemos velejar com um ENE de 6-8 nós.

Nas Botinas

Chegando no Bracuhy, Tinguá na vaga e toda a faina para deixá-lo pronto para mais uma temporada parado. Ernane, que mora no Rio, nos deixou no Galeão para retornarmos a Florianópolis.

Mesmo sendo poucos dias e mais frios foram ótimos. Boas velejadas, companhias, paisagens, comidas e bebidas...