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sexta-feira, 25 de março de 2016

O Guga Buy Chegou

Ontem (24/03) pouco antes das 11 horas da manhã o veleiro Guga Buy, um Farr40, do Comandante José André Zanella e seu filho Eduardo Zanella, atracou no pier principal do ICSC - Veleiros da Ilha completando sua volta a América do Sul no sentido anti-horário, inclusive com o contorno do Cabo Horn.




O Guga Buy chegou depois de 53h desde sua saída de Rio Grande para sua última perna, escoltado por algumas embarcações de amigos do Veleiros da Ilha. Eu estava lá a bordo do veleiro Zeus, do Comdte. Inácio Vandressen. Aliás, tive a honra e o prazer de participar de duas pernas desta jornada, o Cruzeiro Costa Leste de 2010 e a travessia Fortaleza-Tobago-Trinidad no final de 2010. 




O Guga Buy partiu deste mesmo Veleiros da Ilha em maio de 2010, portanto a praticamente 6 anos. Passou por Ilhabela, pelo Encontro Nacional da ABVC no Bracuhy, o Costa Leste, fez a Regata Aratu-Maragojipe e a REFENO, e então foi para o Caribe e América Central por onde navegou por 3 anos. Em 2014 atravessou o Canal do Panamá e foi até a cidade de Valdívia, no Chile, onde hibernou. Depois mais uma perna até Ushuaia pelos canais chilenos. Nova hibernada e em maio de 2015 iniciou a subida da Costa Leste da América do Sul. Não sem antes passar por dois eventos marcantes. O primeiro foi a ida até o Cabo Horn e o seu contorno e o segundo uma forte tempestade em Porvenir, no Estreito de Magalhães próximo a Punta Arenas, que o arrancou de sua ancoragem até encalhá-lo na praia. Mas o Guga Buy resistiu e mesmo com algumas avarias subiu a costa até Buenos Aires, onde além do conserto das avarias passou por um refit. Finalmente neste inicio de 2016, mais bonito do que nunca, zarpou de Buenos Aires, passou pelo Uruguay e adentrou a Lagoa dos Patos navegando até Porto Alegre. De lá retornou a Rio Grande e finalizou esta grande jornada.



Meus parabéns ao Zanella e Eduardo (e aos muitos amigos que os ajudaram nas diversas etapas) por este grande feito.


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Voltando para a Florida

As previsões de tempo não eram nada boas para nós. A partir do dia seguinte (segunda - 11/01) começava a entrar vento NE que iria crescer e virar N e NW com a chegada de uma frente fria. Teríamos que chegar a Florida até a quarta feira para não ficarmos "presos" por cerca de uma semana nas Bahamas, o que não podíamos. Nos despedimos da Claci, Jorge e Edman que saíram para o aeroporto e já soltamos as amarras, ajudados pelo Luiz e Mauriane do Cascalho, para iniciarmos nosso caminho de volta. Agora éramos Eu e os filhos Gabriel (15a) e Rafael (13a).

Saímos cerca de 10h de Nassau com nuvens carregadas e ancoramos ao lado do canal de entrada em Chub Cay, nas Berry Islands, por volta de 15:20h com sol. Foram 05:20h para as 39 mn. Mar desconfortável com ondas curtas de 1-1,20 m e vento acima dos 15 nós de NE, permitindo uma orça apertada. Decidi fazer um caminho diferente do da vinda no Great Exumas Bank. Subir mais ao Norte de Bimini e adentrar o Estreito da Florida pela Great Issac Island e chegar pelo Lake Worth Inlet, em Palm Beach. Seriam 149,7 mn desde Chub Cay que faríamos numa única perna. Deste modo ganharíamos um dia de navegação na IntraCoastal Waterway (ICW), justo o trecho entre Ft. Lauderdale e Palm Beach onde há 21 pontes de abrir. Mais uma vez escolhi deixar o TinguaCat no seco na St. Augustine Marine Center (SAM), na cidade de mesmo nome no Norte da Florida. Foi lá que ele ficou de fevereiro a junho do ano passado. Quando volto para o Brasil fico muito mais tranquilo com o barco ficando guardado no seco. A SAM é um boatyard que tem todos os recursos para operar catamarans como o TinguaCat e para manutenção. Lá pagarei $446 dolares mais imposto (6%) por mês. Em Ft. Lauderdale (e em todo o Sul da Florida) seriam mais de 1.500 dolares. O lado ruim é que temos que fazer 202,3 mn (quatro dias de navegação) pela ICW para chegar lá.

Posto de comando

Ancoragem em Chub Cay

Optei por fazer a parte do banco de dia e atravessar à noite chegando no inicio da madrugada no Lake Worth Inlet. Então zarpamos as 05:20h e fizemos as primeiras 15 mn até o início do banco com NE de 6-9 nós numa orça folgada, com mar quase flat. Nas 60 mn no Great Bahamas Bank como tivemos que mudar o rumo mais para Norte a orça ficou apertada com o vento NE e NNE variando entre 6-15 nós e o mar com pequenas marolas. Foi um dia com nuvens carregadas e pegamos algumas chuvas. A navegação no banco foi bem tranquila com profundidades a maior parte do tempo acima de 4 m e poucas cabeças de coral. Entramos no Estreito da Florida no final do dia com um transito intenso de navios nas primeiras horas. Na travessia da Gulf Stream o mar ficou bem mexido com 1-1,5 m e o vento ainda NE variava muito, indo de 12 até 23 nós. Chegamos nas proximidades da barra, que não conhecia, por volta das duas horas da manhã e foi um sufoco encontrar a entrada. Mar mexido com vento na casa dos 20 nós, muitas luzes. O jeito foi confiar na rota e na carta da Navionics. A barra em si estava calma apesar dos 4 nós de corrente contra. Dalí foram mais cerca de 6 mn pela ICW até ancorar no Lake Worth North, às 04:00h. Trecho bem difícil de fazer à noite pois apesar de amplo fora do canal, de 0,1 mn de largura, tem muitos bancos.

Dia com nuvens carregadas e chuvas

Great Issac Island, limite do Great Bahamas Bank com o Estreito da Florida

Quando se chega nos EUA é preciso ligar para o US CBP (Custons and Border Protection) e informar sua chegada fornecendo os dados do barco e da tripulação. Recebe-se um número de protocolo para ser apresentado no escritório em terra. Tivemos muita dificuldade para descobrir o número correto para fazer a chegada. Este número é o 1-800-432-1216. Depois de descansar um pouco descemos em terra e fomos de Uber até o escritório do CBP no Porto de Palm Beach fazer a imigração. Na volta passamos no mercado e compramos baguetes num café francês (que já conhecíamos). O resto do dia foi de descanso.

 Ancoragem Norte no Lake Worth

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Explorando Exumas 4 (Warderick Wells e Normans Cay)

Saímos de Staniel Cay às 13:40h do dia 08/01 para Warderick Wells a 19 mn. Sede do Exumas Cays Land & Sea Park, uma área de preservação que abrange  vários cays e partes  do Great Bank e do Exumas Sound, onde é proibido pescar. Em Warderick não se pode ancorar, fica-se em poitas disponibilizadas pelo Park mediante solicitação. A taxa é de $20 por noite para até 40 pés. Chegamos as 16:40h e ainda curtimos a praia em frente a nossa mooring n°8. Dias 7 e 8/01 foram dias lindos com muito Sol, céu limpo e pouco vento, bem ao gosto da esposa. Não deu nem de abrir alguma vela.


Amanhecer em Warderick Wells 

Nosso campo de poitas visto da sede do parque

Na manhã seguinte amanheceu com vento moderado de SW. Fomos a sede do Park pagar a poita e conhecer uma parte da ilha, com banho na bela prainha junto a sede. Não tínhamos tempo para tanto, mas em Warderick pode-se fazer várias trilhas e observar a fauna, principalmente pássaros.



Rafael nas águas transparentes da prainha junto a sede do parque 



Partimos para Normans Cay ainda pela manhã desta vez com velas ao vento. Foram quase 30 mn. Entramos pelo Battery Point no Sul da ilha, atravessando um estreito e pouco profundo canal e ancoramos direto na ancoragem Sul, bem rasa e com muita corrente vinda do Exumas Bank de um lado e do outro do Exumas Sound. Próximos ao local onde existe um avião submerso da época em que Normans foi uma base dos traficantes de cocaína colombianos. O snorkel no avião afundado foi bem legal. Quando Gabriel e Eu estávamos voltando nos avisaram de uma raia manta nas proximidades do TinguaCat. Gabriel pulou na água e acompanhou a arraia por um bom tempo, fazendo fotos e vídeo.




Snorkel no avião submerso em Normans Cay

Arraia Manta


O barco não parava de girar naquela ancoragem, para pernoitar achei melhor mudar para a ancoragem no lado leste, mesmo que mais exposta ao vento e também era por ali que sairíamos dia seguinte para Nassau. Quem estava na ancoragem era o catamaran Saltair3 da família canadense que tem o site e o canal Trio Travels no YouTube, um dos que gosto de acompanhar.

Saímos cedo (6:42h) para fazermos as 37,8 mn até Nassau. Vento Sul na primeira parte de 7-8 nós que aumentou para 15-17 e na chegada chegou na casa dos 20 nós. Chegamos na mesma Nassau Harbour Marina & Club às 13:20h. O catamaran Cascalho dos nossos amigos Luiz e Mauriane havia chegado de Ft. Lauderdale naquela manhã e estava ancorado próximo a marina. Luiz veio nos ajudar na amarração pois chegavam vários barcos na marina e havia um único empregado. Logo chegaram nossos amigos Jorge e Edman para pelo menos uma noite a bordo. Fechamos o dia com um churrasco entre todos nós. Dia seguinte a esposa, Jorge e Edman pegariam o avião para Miami, Luiz e Mauriane seguiriam rumo as BVIs e Eu, Gabriel e Rafael de volta a Florida.

Neste dia foi realizada em Nassau uma regata com os tradicionais Bahamanian Sloop.


Regata de veleiros típicos em Nassau

 Um Bahamanian Sloop

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Explorando Exumas 3 (Emerald Bay e Rudder Cay)

No dia 03/01 (domingo) no final da tarde saímos de Staniel Cay e fomos dormir ancorados em Black Point no cay vizinho de Great Guana. Nosso plano era conhecer mais algumas ilhas na segunda no rumo de George Town e na terça pelo meio dia chegar na marina em Emerald Bay, ao Norte da Great Exumas Island (onde fica George Town) pois os nossos amigos Jorge e Edman chegariam à tarde. Mas na madrugada entrou um SW de 16-18 nós que deixou a ancoragem e de resto todo o lado de dentro das Exumas desconfortável.

Ancoragem em Black Point antes do SW 

 Mudamos de planos e logo após o café da manhã saímos pelo Dotham Cut, ali próximo, para o outro lado no Exumas Sound e rumamos para Emerald Bay. Com mar baixo e vento de través fizemos as quarenta e poucas milhas náuticas muito bem, andando a maior parte do trajeto a 7,5-8 nós. Foi a melhor velejada da viagem. The Marina At Emerald Bay é uma excelente e bem estruturada marina dentro de um enorme complexo turístico com resort, vilas, aptos, campo de golfe, restaurantes, etc. e a linda baía de águas esmeraldas transparentes e praia de areia fina. O preço normal é de US$2,25 por pé, sendo no minimo 40', mas para non service dockage, isto é sem eletricidade e sem água (temos gerador e watermaker), e um mínimo de três dias a tarifa é de $1,05 por pé dia. O único senão é que a internet não funciona nos piers, somente na sede com luxuosas salas de estar, TV, bar, mesa de snooker. Os banheiros são ótimos e a lavanderia também, e é inclusa na tarifa.

Marina At Emerald Bay 
A Emerald Bay

TinguaCat na Emerald Bay Marina 

Alugamos um carro através da recepção da marina, mas de terceiros, e fomos na terça feira de manhã a George Town (cerca de 22 km) para repor perecíveis no mercado e conhecer a cidade, na verdade uma acanhada vila, mas com excelentes ancoragens ao seu redor. Interessante que o mercado, mesmo mais simples, tinha preços altos mas melhores do que aquele em Nassau de que falamos neste post. Depois do almoço, Eu e Rafael fomos para o Aeroporto, que fica entre a marina e a vila, para buscar nossos amigos. Voô da American Airlines atrasado 45'. Desceu um turbo-hélice da SkyBahamas, desceram e subiram passageiros e ele se foi e o AA não chegou...perto de George Town retornou para Miami alegando mau tempo. Realmente o tempo não estava legal, chuvoso com um vento razoável, mas não era para tanto. Ficou para o dia seguinte.

Nosso possante a $80/dia

Antes que saísse para o Aeroporto Jorge me comunicou pelo WhatsApp que o voo fora cancelado e nem saiu de Miami. Não tínhamos mais tempo para aguardar então ele decidiu ir para Nassau e nos aguardar lá. O dia estava feio e chuvoso, mas com boas condições de pouso. Só no inicio da noite entrou um temporal muito forte que durou mais de duas horas, registrei rajadas de 44,8 nós.



Na quinta (07/01) partimos às 06:30h para as 30 mn até o Rudder Cut onde passaríamos para o lado de dentro dos cays. Mar bem mexido e vento pela proa de 15-18 nós, precisando fazer vários bordos.  Por volta das 11 horas e pouco passamos o cut e tudo mudou da noite para o dia. O Rudder Cay é uma ilha particular que pertence ao mágico David Cooperfield. Logo ancoramos numa baiazinha de águas rasas e transparentes com uma linda praia em frente a uma caverna. Perto dali outra atração, um piano com uma sereia em aço inox no fundo do oceano, que encontramos de dinghy. Depois de explorar ambos e almoçar tocamos em frente até Staniel Cay. Passamos por cays espetaculares, como Musha Cay, com lindas praias e águas em vários tons de azul. Chegamos na ancoragem em frente ao Grotto de Staniel às 17:40h com o sol se pondo.

Saindo de Emerald Bay 

Rudder Cut 

Cave em Rudder Cay 




Piano no fundo do mar em Rudder Cut 


Resort em Musha Cay

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Explorando Exumas 2 (Staniel Cay)

No dia 03/01 saímos de Rocky Dundas para Staniel Cay um dos pontos de maior atração das Exumas. Levamos cerca de 2 horas, com vento contra SE de 14-15 nós. Staniel é linda com várias ilhotas e alguma estrutura com uma vila, vários hotéis, um yacht club e pista de pouso bem movimentada por pequenos aviões. Aqui fica a famosa gruta Thunderball onde foi filmado parte do filme de mesmo nome (aliás, a caverna antes conhecida por Grotto é que adotou o nome do filme), um dos primeiros da série 007 com o agente James Bond.


Chegando em StanielCay 

Um dos resorts 

Ancoragem em frente ao Grotto, ao fundo o cut de Staniel 

Avião chegando

Fomos ancorar direto em frente a ilhota onde fica a caverna. Mas acabamos não entrando na mesma. A maré estava muita alta e com muita corrente. Fizemos snorkel pelo lado de fora e depois fomos conferir outra das atrações a Pig Beach, onde vivem porcos selvagens que são alimentados pelos navegadores. Quando se aproxima alguma embarcação da praia eles entram na água e nadam até ela para receberem comida. Dali rumamos para pernoitar em Black Point no cay seguinte de Great Guana.


Porco na Pig Beach 

Alimentando os porcos

No dia 07/01 às 17:40h ancoramos novamente em frente ao Grotto em Staniel Cay. Dia seguinte exploramos a região de dinghy, andamos de caiaque e por volta das 11h com a maré e a posição do Sol adequados eu e Gabriel entramos na famosa caverna. Ela é realmente impressionante. Entra-se por um lado em meio a rochas e pode-se sair pelo outro lado com um pequeno mergulho. Depois de almoçar rumamos para Warderick Wells sede do Exumas Cays Sea & Land Park, a 19 mn.


Por do Sol em Staniel Cay 

Explorando de dinghy 

Caiaque em frente a ilha do Grotto 

Dentro da caverna, ao fundo a entrada 


Buracos no teto por onde o Sol ilumina 

Peixes no interior da caverna


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Explorando Exumas 1

Os 10 dias que ficamos presos na Florida sem condições para cruzar para as Bahamas pesaram muito na nossa programação. Sendo que no dia 5/1 teríamos a chegada de um casal amigo em George Town (no Sul das Exumas) que embarcam de volta,  junto com a esposa que precisa voltar ao trabalho, no dia 11/01 em Nassau. Nos restaram então 5 dias para chegar na Great Exumas Island (onde fica George Town) e outros 5 para o retorno a Nassau. Num caminho direto são cerca de 130 milhas náuticas. Acontece que as principais atrações da região ficam entre 30 e estas 130 milhas.

As Bahamas são formadas por centenas de ilhas de todos os tamanhos, em geral chamadas de cays por suas características, agrupadas em várias regiões e espalhadas por uma grande área do Atlântico Norte. Entre os vários grupos mar profundo e grandes bancos de areia com profundidades de poucos metros, águas transparentes e corais. Pelo clima e outras características é parte do Caribe. Exumas é um destes grupos de cays e ilhas posicionados de Norte para Sul, iniciando a cerca de 30 mn a Leste de Nassau, com pequenas passagens de Leste para Oeste entre elas, os cuts. Pelo lado de dentro (Oeste) o Great Exumas Bank com as atrações e pelo lado de fora (Leste) o Exumas Sound uma área de oceano com profundidades acima dos 1.000 m. É uma região de natureza belíssima, pouco urbanizada. A cidade principal é George Town, na verdade pouco mais que uma vila, localizada na maior ilha da região, a Great Exuma.

Saímos de Nassau por volta das 9:15h do dia 1° do ano e percorremos 46,8 mn até Hawksbill Cay. Vento SE de 11-12 nós e mar com marolas de 0,6-0,9 m. Passamos pelo Yellow Bank onde a navegação é visual pelas baixas profundidades. Chegamos as 16:45h e pudemos curtir pela primeira vez as águas transparentes das Bahamas. Exumas, finalmente aqui estamos nós!

Navegação visual no Yellow Bank

Arco-íris no caminho para as Exumas 


Dia seguinte após passear de dinghy pela costa com pequenas caves e curtir a deserta e linda praia, enquanto Gabriel fazia snorkel, rumamos para Rocky Dundas, a 21 mn. É uma ilhota com um dos famosos pontos de snorkel da região. Ancoramos ao lado na pequena enseada da private Fowl Cay. Rocky Dundas foi legal mas não chegou ao nivel de Abrolhos, pouca vida marinha. Aliás vimos mais na ancoragem com diversos peixes, uma enorme Barracuda embaixo do barco (que infelizmente estava sem a GoPro e não pude registrar), uma tartaruga e arraias passeando.

TinguaCat em Hawksbill Cay 


Sunset em Hawksbill Cay 

Peixes sob o TinguaCat 

Ancoragem em Fowl Cay

Avião na ilha particular de Fowl Cay 

Sunset em Compass Cay visto de Fowl Cay

Rocky Dundas 

Snorkel em Rocky Dundas