sexta-feira, 5 de março de 2010

Ainda o Miami Boat Show

Dos vários veleiros que conheci no recente Miami Boat Show o que mais me agradou foi o catamaran Lagoon 380 (38 pés). Gostei muito de sua praticidade e funcionalidade, do excelente aproveitamento dos espaços e do leiaute interno. Seu interior é bonito, funcional e elegante, sem aquele "estilo suite de motel" da maioria das lanchas. Na "banana" de boreste pode ter uma suite, com amplo BWC e inventivo fechamento, ou duas cabines compartilhando um BWC como na de bombordo. Não sei o preço de lá, pois era preciso prencher uma demorada ficha de cadastro para entrar neste detalhe. Como fui só sonhar...




O clip acima fiz no MBS, acolá um clip oficial e mais outro surfando a 17 nós.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Fim de Semana em Ganchos

No dia 20/02 disputamos a regata festiva "Seu Paulão" organizada pela Avelisc em homenagem ao velejador Paulo Linhares, falecido em 2008, com o Mutley, nosso Bruma19. Meu proeiro de fé não foi e a idéia inicial de fazer com a esposa e os meninos foi abortada devido a previsão de ventos NE de até 20 nós. Deste modo convidei o Daniel para fazer a proa. A regata foi de percurso desde as proximidades da Ponte da Lagoa da Conceição até a Costa da Lagoa, quase toda em contra vento, com nordestão e muito calor. Terminamos mais uma vez em segundo, pois encalhei duas vezes no canal. Mas o Mutley não tem quilha retrátil? Pois é, tem. Só que a confiança de nunca ter encalhado ali e a disputa pela ponta...

Na sexta-feira (26/02) levei o Tinguá para a sede oceânica de Jurerê do ICSC, em solitário. Foi tudo de bom, vento SEE de 11-14 nós, mar liso, maré vazante, tarde linda. Tinguá já com seu novo suporte de âncora confeccionado pelo Andrés Tor.


Cmdte. José Zanella do Guga Buy tentou organizar uma volta à ilha de SC em cruzeiro, mas os vários dias de ventos do quadrante sul deixaram o mar com ondas de mais de 2 m. Fomos então para Ganchos, a cerca de 12 mn de Jurerê. Desta vez o Jorge e Eu no Tinguá. Almoçamos uma gostosa "meia" feijoada preparada pelo chef Zanella ancorados em frente a prainha da Ilha de Ganchos. Com a chegada do Energia, com o Cmdte. Jean Castro e seu filho Gustavo, vindos de Balneário Camboriú, nos dirigimos para a enseada de Ganchos do Meio, onde ancoramos. Isto é, o Guga Buy ancorou e nós e o Energia amadrinhamos.

Tinguá amadrinhado no Guga Buy (o Energia já havia retornado), em Ganchos do Meio.

O domingo amanheceu nublado, com chuvas esparsas, mas a enseada continuava uma lagoa. Zanelinha saiu cedo no botinho (como de costume...) e voltou com camarões, mariscos e lulas recém pescados. Foi um final de semana etílico-gastronômico. Cmdtes. Zanella e Jean, mais o José Petrus, tripulante-convidado do Guga Buy, se esmeraram na cozinha. Para acompanhar bons vinhos e cachaça mineira.

Na volta pegamos um S força 4-5, portanto contra vento para retornarmos a sub-sede em Jurerê. Com Jorge no timão fizemos questão de velejar. Há tempos o Tinguá não adernava tanto...

(Foto de Jorge Calliari).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Algumas Novidades do Miami Boat Show

Falei sobre o Miami Boat Show no post anterior, mas gostaria de mostrar aqui três das várias novidades que vi por lá... ao menos para mim. A primeira foi este veleiro de 30' com dois mastros sem estais e com retranca a lá windsurf, chamado Presto30. Saiba mais em www.ryderboats.com.

O Presto30 saindo para um test-drive em Miami.

Outra novidade interessante é a nova hélice folding em composite da neozelandeza Kiwi Props apresentada por seu representante na América do Norte. Utilizamos no Tinguá, com sucesso, o modelo feathering de 3 pás da Kiwi. A propósito o modelo que utilizamos é vendido pelos mesmos US$ 1.200,00 que o Gunther Weber (gunthersailing@yahoo.com), representante no Brasil, aqui acrescidos dos impostos de importação e frete.


A terceira novidade que selecionei foi um acessório para manter o cabo/corrente da âncora na posição mais eficiente numa ancoragem, chamado de Kiwi Anchor Rider (nada a ver com a Kiwi Props).


Como já comentei anteriormente os pequenos stands dos representantes dos grandes fabricantes de equipamentos (Facnor, Wichard, Harken, Gill, ProFurl, Ronstan,...) eram o melhor da feira com a variedade de equipamentos que temos dificuldade em ter aqui e os preços. Também a destacar as pequenas e inovadoras idéias como as do fabricante da foto abaixo. Imaginem o que tinha para lanchas então...

Vejam a variedade de porta-objetos para bitaca da roda de leme.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Enfim de Volta

Depois de um longo intervalo, o maior desde a criação do blog, estamos de volta. O Tinguá voltou a ficar numa poita da sede oceânica de Jurerê entre, mais ou menos, 15 e 28 de janeiro. Foram várias boas velejadas na região norte da Ilha de Santa Catarina e costa de Ganchos (que os políticos inventaram de chamar de Gov. Celso Ramos).

No sábado 30/01, com o Polaco (Luiz Carlos Poyer) de proeiro, disputamos uma regata de mini oceano, no Mutley, na Lagoa da Conceição, dentro da programação do FloripaTem. A regata foi disputada com nordeste sempre acima dos 15 nós, com rajadas de mais de 20. Perdemos na última bóia, pois atrasamos o desmonte da "asa de pombo" e na manobra o pau de spy caiu na água. Preferi voltar para recuperar o pau a ganhar a regata...


No dia seguinte embarcamos para a Flórida para comemorar o aniversário dos meus filhos menores (Gabriel e Rafael) nos parques de Orlando, com direito a umas esticadinhas a Miami, Key West, etc. Escapamos do "calor de cão" daqui e chegamos a pegar 6º C em Orlando. Mesmo em Miami estava nos 12-15º, com ventos frios.

Um veleiro "clássico" da Hincley, no setor de vela, na Sea Isla Marina.

Nossa estada em Miami coincidiu com o Miami Boat Show e não perdi a oportunidade de conhece-lo. Como tudo dos caras é imenso, chegando a ser dividido em três locais diferentes. O principal no centro de convenções, a parte das grandes lanchas e iates nas marinas ao longo da Av. Collins (chamado The Yacht and Brokerage Show) e em outra marina a vela e lanchas pequenas e de alta performance (offshores esportivas) - chamado de Strictly Sail. Como aqui lá também os veleiros são minoria numa proporção parecida com a nossa. Dos cinco piers da marina só um era de veleiros, maioria de 40' em diante, das conhecidas Jeanneau, Beneteau, Lagoon e alguns fabricantes americanos. O que faz a gente "babar" são os stands dos fabricantes de equipamentos náuticos (ferragens, rigging, hélices, velas, roupas, etc.).

O setor das grandes, nos piers a beira da Av. Collins, em Miami Beach.

Chama a atenção a quantidade de marinas e barcos, claro, na região. São de lanchas pequenas a enormes iates, passando pelas muitas "deep sea fishing", como eles chamam as lanchas de pesca esportiva, e os veleiros e catamarans.


domingo, 10 de janeiro de 2010

Tragédia do Saco do Bananal

Se não fosse pelas imagens impactantes ainda não acreditaria no que aconteceu no Saco do Bananal, na Ilha Grande. Estivemos lá pela primeira vez em 13 de janeiro de 2009 na primeira estada do Tinguá na região (reveja aqui). Diferentemente da maioria dos deslizamentos, cada vez mais frequentes, o do Saco do Bananal ocorreu numa região preservada, sem nenhuma atuação humana na encosta do morro, como mostra a foto abaixo.

(Foto de Claci Salles)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Tinguá Esta em Jurerê

Nesta segunda-feira mesmo sem ainda ter substituido as baterias e resolvido o problema do piloto automático, levei o Tinguá para uma poita na sede oceânica do ICSC, em Jurerê. Saímos só as 15:35 do trapiche da sede central pois o barco estava sendo limpo e encerado e o "tráfego" no pau-de-carga era intenso. Me acompanhou meu sobrinho Tassinho. Mais uma vez nordestão pela cara e motorando. Só após a Ponta de Jurerê deu para desligar o motor e curtir uma velejada.

No dia seguinte (ontem), aliás um dia maravilhoso para cruzeirar, fomos cedo para a Praia do TInguá numa gostosa velejada. A bordo esposa, filhos, sobrinhos e irmão. Desta vez já em "alta temporada" com muitas lanchas e alguns veleiros. Depois da praia, muitos banhos, o calor era "canino", e do churrasquinho retornamos a Jurerê, noutra velejada gostosa.

Após algumas trocas na tripulação, sairam Claci, Rafael e Eduardinho e entrou meu cunhado Beto com as iscas e material para pescaria. Fomos nos divertir no lindo final de tarde, agora com vento leste de 8-9 nós, num pesqueiro atrás da Ilha do Francês. Até escurecer e retornar a poita em Jurerê matamos 15 peixinhos, entre cascotes, peixe aipim e cocorocas.

Teve até uma enguia, pega no anzol. (Foto Carlos Eduardo Beltrão)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

De Volta ao Tinguá

Desde março de 2008 que não íamos a Praia do Tinguá, a origem do nome do nosso veleiro. Ontem retornamos e dormimos lá com a praia só para nós. Chegamos de uma viagem à Gramado na sexta-feira e sábado só preparamos o barco, inclusive por que tínhamos uma festa à noite. A festa foi boa e animada e protelamos a saída para o domingo à tarde. Novo adiamento, o nordestão estava "comendo solto". Na segunda resolvemos alguns compromissos pela manhã e finalmente saímos depois do almoço. Não sem antes termos um pequeno problema ao sair do trapiche: ao engatar a ré o barco movimentou-se para a frente, ao inverter o comando a mesma coisa. Logo descobri o problema, pois o cabo da ré se soltou do comando devido a má colocação da cupilha. Na semana anterior o pessoal do Armazém Naval havia mexido no comando para solucionar o travamento eventual do mesmo, notadamente no engate da ré.

A ida até a Praia do Tinguá foi motorando com nordestão na cara. Na altura de Ratones Pequeno, mesmo cavalgando as ondas curtas provocadas pelo vento de 18-20 nós fomos abordados por um inflável da Marinha do Brasil, que solicitou a documentação do barco e do comandante. Ufa! Havia pago o seguro contra terceiros, vencido no dia 19/12, naquela manhã graças ao email com o boleto que recebi da Murolo Seguros.

O Tinguá no Tinguá.

A estada na Praia do Tinguá foi super tranquila e gostosa, mas hoje (terça-feira) já retornamos a sede centro do ICSC, para os preparativos do Natal em família, que será comemorado em nossa casa, e a família é grande. Na volta, logo após a saída do Tinguá já com a genoa armada fomos mais uma vez abordados pelo inflável da Capitania dos Portos para mostrarmos a documentação. Realmente, a Marinha está muito ativa na sua Operação Verão o que é muito positivo, principalmente com o aumento de lanchas e jet-skis em nossas águas, muitas vezes conduzidos de forma temerosa e por pessoas inabilitadas. Outro ponto positivo foi a colocação das bóias de demarcação dos 200m na Praia do Tinguá. Isto somado a fiscalização constante deve acabar com o tráfego maluco dos jet-skis entre os barcos ancorados e os banhistas.

Neste inverno saímos pouco com o Tinguá pois tivemos um inverno longo com muita chuva e ventos malucos e isto comprometeu as baterias. Já havia notado que elas estavam perdendo carga muito rápido e agora neste passeio isto ficou comprovado. Foi impossível manter a geladeira ligada durante a noite. Bem, elas também já tem 3 anos. Estamos providenciando a substituição.

O outro problema é o piloto automático. Continuamos com problema no nosso Raymarine ST2000+. Depois de voltar do conserto na RayTech êle funcionou por cerca de uma hora e o mesmo díodo que havia soltado da placa de circuito impresso soltou novamente. foi feita uma "gambiarra" para aproveitar a mesma peça que não funcionou. Desta vez comprei um díodo equivalente e soldei na oficina de informática de um amigo. O motor que movimenta o eixo voltou a funcionar. O problema é que não consigo calibrá-lo e reconfigurá-lo. Faço a calibração conforme o manual, mas em utilização ele desvia uns 90º para cada lado, ficando impraticável utilizá-lo. Já configurei com o set default e fiz algumas outras tentativas e nada. A cada vez que executo o procedimento de calibração ele apresenta um desvio na casa dos 30º.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Regata Volta à Ilha

A Volta à Ilha de Santa Catarina é a mais charmosa, tradicional e esperada regata de Santa Catarina, fechando a Copa Veleiros da Ilha de Oceano, como sua 9ª etapa.No entanto, Jorge e Eu acabamos decidindo não participar desta 41ª edição com o Tinguá, neste dia 05/12. Então embarquei no Guga Buy, do Cmdte. José Zanella. Estávamos em nove tripulantes, entre eles Eduardo Zanella (é claro) e Gugu Dutzmann, do Tuareg.

Movimentação no ICSC no sábado cedo.

Largamos as 10:06h, com mais 46 barcos, em direção a Barra Sul da Ilha de Santa Catarina, com vento contra de SE de fôrça 3 que se manteve até próximo a Ilha dos Cardos. Aí o vento parou, deu algumas rondadas com intensidade fraca e em seguida entrou o NE. Já estávamos bem posicionados na regata e rapidamente subimos o balão. O vento foi aumentando e numa rajada maior nosso balão explodiu. Subimos a genoa 1 e contornamos a Barra Sul, re-ultrapassando o Best Fellow e o Super Pimpo. Ao chegarmos ao Pântano do Sul o NE já era de fôrça 5 e sem a proteção das montanhas a genoa 1 começou a abrir rasgos verticais próxima a esteira, nos obrigando a fazer a troca para a genoa disponível, uma 3, antes que explodisse também.

O restaurado classe Hamburgo 33 "Anita I" foi quem deu a largada.

O novo Guga Buy é um Farr40 do final dos anos 80, muito bem projetado e construido, navega muito bem e está bem conservado, mas que há anos vinha sendo usado somente para cruzeiros, na região da Baía Grande. A excessão da mestra e da genoa de enrolar, seu enxoval de velas está enfraquecido e é leve para nosso regime de ventos.

Com a genoa 3 nosso desempenho caiu principalmente após passarmos pela Ilha do Mata Fome, quando o vento recuou para fôrça 4. O pior foi fazer as 18 últimas milhas com "asa de pombo" com a genoinha 3, por não termos mais balão. Na subida da costa leste da ilha, no contra vento, tivemos alguns outros pequenos problemas como o rompimento do carrinho da esteira da mestra e mais tarde do próprio cabo (de aço) da esteira. Também o carrinho de BB do trilho da buja escapou duas vezes nas cambadas, até que uma prosaica limada no seu pino resolveu o problema. Completamos a regata próximo a uma hora do dia 6, em 14:43:17h, em sétimo lugar na competitiva RGS A.

Veleiro Main34 "Carino" quabrou o mastro nas proximidades do Pântano do Sul (Foto Kriz Sanz).

Apesar dos percalços, é sempre muito bom fazer uma Volta à Ilha, ainda mais em boa companhia. E tem sempre muita história para contar como os mastros quebrados do Carino e do Homo Erectus ou a epópéia do pequeno Banzai, um Alpha de apenas 20,2 pés, que com dois tripulantes levou exatas 25:17:26h para completar a regata.

domingo, 22 de novembro de 2009

Final da Temporada da Avelisc

Ontem Claci, minha esposa, e Eu disputamos a Regata Ele & Ela da Avelisc, na Lagoa da Conceição. Regata festiva de encerramento da temporada ela foi erroneamente incluida entre as etapas da Copa Casan, misturando "alhos com bugalhos". Num dia feio, com tempo fechado, que reduziu os participantes a menos de 15 barcos, foi disputada num percurso com largada próximo a ponte da Lagoa, perna paralela a Av. das Rendeiras até marca contornada por BB para a outra marca colocada no inicio do canal para a Costa da Lagoa, na localidade de Canto dos Araçás, chegando em frente ao Restaurante Cabral, local da comemoração e premiação, na Costa da Lagoa.

Esperando a largada, como sempre atrasada.

A previsão era de vento E médios, mas o NE tomou conta logo, rondando e variando muito de intensidade, principalmente para N, com algumas quase paradas. Larguei muito mal e consegui me recuperar só até o segundo lugar, pois quando vinha tirando a diferença, no contra vento do caminho da Costa, o vento parou e ao retornar naturalmente chegou primeiro para quem estava na frente...Só me restou tentar uma "maluquice" que necessitava da ajuda de Eolo para dar certo...como Êle nos ignorou fomos segundo mesmo.

Neste ano, com o Mutley (Bruma19) e o Luiz Carlos "Polaco" Poyer na proa, vencemos o Ranking Estadual (8 etapas) e fomos vice no Estadual (3 etapas) e na Copa Casan (4 etapas), prejudicados pela nossa ausência na etapa de agosto, que valia para os três torneios, que teve sua data prevista alterada. Para a temporada do ano que vem esperamos um pouco mais de rigidez da Avelisc na observância do calendário, de certas regras de regata e, "pelo amor de deus", nada de colocar adesivo do patrocinador nas velas!

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos, clip e comentários).

domingo, 8 de novembro de 2009

Regata Mormaii

Acordei todo dolorido depois das 5,5 horas timoneando o Tinguá no nordestão de ontem (07/11), durante a 8ª Regata Mormaii, que valeu pela também 8ª etapa da Copa Veleiros da Ilha de Vela Oceânica. O track mostrou que fizemos 32,5 mn para cumprir as 26 mn do percurso, com muito contra vento.

Esperando a largada.

A regata largou nas proximidades da Avenida Beira Mar Norte, foi até uma bóia em frente a Praia Brava, depois de deixar por BB as bóias em frente a sede oceânica de Jurerê e ao Rio do Brás em Canasvieiras, retornando para chegar em Jurerê. Na largada, às 10h da manhã, o vento NE estava fraco mas foi crescendo e na altura das Ilhas Ratones já chegava aos 20 nós, de onde não baixou mais.

O Tinguá fez uma boa regata até as proximidades da Ponta das Canas, mesmo tendo de desviar em cima de uma rede na Praia de Canasvieiras. Depois a tripulação cansou, desconcentrou e dois sofreram com o mar desencontrado nas proximidades dos costões. Ficamos em 8º na RGS A, a mais disputada este ano, quando podíamos ter sido 6º, talvez 5º. São pelo menos 6 barcos normalmente mais rápidos que nós e ainda pagamos no tempo corrigido para todos os barcos da classe, a excessão do Feitiço (Fast395 regata) e 5 Los Niños (Delta36 regata).

O balanço foi bom, uma regata puxada mas gostosa. Difícil foi montar a tripulação. Só na sexta-feira à noite, com a ajuda do amigo Érico, fechamos os seis. Mas no sábado um não compareceu e fomos Jorge, Érico, Guto (Carlos Augusto Kidlein), Gica (Giovane B. Garcia) e Eu.

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos, clip e súmula).

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Carta Aberta da Boteco 1

Qual de nós cruzeiristas, que gostamos de colocar nossos barcos a disputarem uma regatinha aqui e acolá, já não se sentiu discriminado em algum dos grandes eventos da vela nacional, como a Semana de Vela de Ilhabela e os vários Circuitos de regatas, como o recente do Rio de Janeiro? A propósito deste quase desprezo pelo pessoal das classes RGS, APS, Bico de Proa e Multicasco a Equipe Boteco1, do Rio, fez uma interessante carta aberta, que pode ser lida aqui.

Os organizadores, e a mídia é levada a isto também, só tem olhos para a classe ORCi 500, no máximo para as classes ORCinternacional e ORCclube. Não há dúvida que ali estão as máquinas de regata e os velejadores profissionais, mas não é preciso esquecer olimpicamente dos demais. Como seria a Semana de Vela de Ilhabela se só participassem a meia duzia de barcos da ORCi 500? E a Santos-Rio?


http://www.boteco1.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2802&Itemid=32

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

De Volta a Toca da Lontra

Com o nordestão soprando direto, dia e noite, o que nos fez retornar ontém da Ponta do Papagaio, hoje fomos velejar de Mutley (nosso Bruma19), na Lagoa da Conceição. Fomos todos (Claci, Gabriel, Rafel e Eu) cedo para aproveitar a manhã quando o NE estaria soprando menos.

Queria testar a nova genoa 2 em Prolam, feita pela Carlos Saas e que, por falha dos Correios, não chegou a tempo para as últimas regatas, do dia 19/10. Acabei esquecendo a vela em casa. Então fomos de mestra rizada e genoa 3, pois o NE já era de mais de 10 nós e só ia aumentar.

No final da gostosa velejada, antes de retornar para a Marina Verde Mar, fomos comer lula recheada com uma cervejinha na Toca da Lontra, barzinho manézinho na beira da lagoa, aonde não íamos a muito tempo. A Toca fica no final da Servidão do Retiro da Lagoa, um dos melhores cantinhos da Lagoa da Conceição e a lula é uma delícia.

domingo, 1 de novembro de 2009

Passeio Frustante

Com a previsão de sol e calor para o feriadão preparei o Tinguá e descemos êle para a água na sexta-feira. Como o vento seria NE em todo o período estava com planos de ir para a Praia do Tinguá, mas os amigos Antônio Moura, do Blue (Fast310), e Eduardo Zanella, do Guga Buy (Far40), convidaram para ir para a Ponta do Papagaio, situada na Praia da Pinheira, a primeira no continente ao sul da Ilha de Santa Catarina. Um local que a muito estava querendo ir com o Tinguá.

Saímos do trapiche do ICSC por volta das 09:30h, com NE de 6-8 nós, para as 17 mn da minha rota. Ao chegarmos próximo a Ilha dos Cardos na barra sul da Ilha o NE cresceu muito e abaixei a mestra também para acalmar a tripulação, pois o mar também cresceu com ondas curtas de mais de metro na alheta de BB, o que tornou a velejada de popa com muita adrenalina. É normal nesta região a conformação dos morros da ilha e do continente acelerarem o NE.

Ancoramos junto a Ponta do Papagaio, o Tinguá e o Blue, já que o Guga Buy resolveu ficar na Praia dos Náufragados e dali retornar no sábado mesmo (veja aqui nossa posição dada pelo Spot). O morro da Ponta do Papagai
o e a Ilha do mesmo nome não protegiam totalmente do NE. Não havia mar mas o vento encanava e rugia, muito mais forte do que as previsões de CPTEC e WindGuru. Apesar da maravilhosa noite de lua cheia ela foi tensa, pois os veleiros dançavam com o vento cada vez mais forte, rondado uns 30º mais para N e agora nas nossas caras. De um lado a costa de pedras da ponta de outro barcos de pesca e criadouro de ostras. Mas nossa âncora Bruce de 10 kg se portou muito bem.

Ao amanhecer, o vento continuava forte apesar de as previsões indicarem uma boa diminuida entre 7 e 11 horas. Junto com o Cmdte. Moura resolvemos partir assim mesmo, pois à tarde a coisa seria muito pior. Foram as 17 mn de NE na cara. Até a altura da localidade de Ribeirão da Ilha foi hard com mar de 1,5m e nordestão
"na cara". Depois o vento deu uma acalmada (12-14 nós) e o mar baixou permitindo uma navegada mais confortável até o Veleiros da Ilha.

(Foto de Antônio Moura).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Novo Livro da Kriz

Hoje em cocktail na Livraria Catarinense do Beiramar Shopping, Kriz Sanz velejadora e fotógrafa, mantenedora junto com o marido Artur do site de fotos de vela www.esportesdomar.com.br, lançou seu segundo livro. "O que é que eu tô fazendo AQUI?".

Não é um livro de fotos de regatas, como o primeiro "Tribo das Águas", mas crônicas humoradas de algumas "roubadas" em que a Kriz se meteu, mas em geral envolvendo veleiros e regatas, e claro, seus inúmeros cães e gatos. Já li quase todo, tá muito bom.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Mutley é Campeão Novamente

No sábado (17/10) disputamos, Polaco e Eu, com o Mutley as 2ª e 3ª etapas do Estadual e a 8ª etapa do Ranking Estadual de Mini Oceano Avelisc/Fevesc. Depois de muita chuva à noite, houve uma trégua durante as regatas (apenas alguma garoa aqui e acolá) voltando a chuva durante a confraternização e premiação. Temperatura na casa dos 18ºC com pouco vento de N-NE rondado.

A primeira regata, válida como 2ª etapa do Estadual de Mini Oceano, foi um triângulo olímpico mais uma só perna de contra vento, pois a CR encurtou a regata em duas pernas, sem nenhum aviso. Com pouco vento chegamos em segundo lugar, atrás do Imagine.

A segunda regata, valendo como 8ª e última do Ranking Estadual de Mini Oceano e 3ª e também última
do estadual, foi um triângulo mais duas pernas de contra vento e uma de popa. Saímos na frente, fomos ultrapassados logo, no vento muito fraco, e recuperamos a ponta na perna de popa (penultima perna), para ampliarmos a vantagem necessária para vencer o Imagine (e a regata) no tempo corrigido, na perna final de contra vento, com a ajuda do aumento do vento.

Com a vitória na segunda regata conquistamos pela terceira vez o Ranking Estadual (duas seguidas) e o vice campeonato estadual. No estadual, que é disputado em apenas três etapas, foi o melhor resultado possível pois não fizemos a primeira etapa devido a alteração da data programada.

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip).

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Boats Show ou Veleiros x Lanchas

A todo boat show nos grupos de velejadores vem a reclamação da falta de veleiros nestes eventos. Se os há são muito caros, já conhecidos e assim por diante.

A parte simples é que vivemos numa sociedade de consumo e quem promove estes eventos o faz para ter lucro. O custo para se expor também é uma questão de mercado. Há mais lanchas porque vende mais, vendendo mais tem escala e tem concorrência, o que obriga melhoria de processos e tecnologia na produção, e ferramentas "agressivas" de comercialização, resultando num custo comparativamente menor. Veleiros como vendem pouco não tem escala, tem pouca concorrência, pouco investimento em melhoria de processos e tecnologia, escassas condições para comercialização. Quem já visitou fabricantes de veleiros e de lanchas sabe muito bem do que estou falando. É o profissional versus o amador.

Estes dias estava numa roda com o projetista Márcio Schaefer (dono da Schaefer Yachts), aqui no Veleiros da Ilha, e alguém perguntou porque êle não projetava mais veleiros. (Para quem não sabe o Márcio veleja desde pequeno, é formado na Argentina, onde estagiou com os principais projetistas de lá e começou projetando veleiros, como o consagrado Schaefer31). A resposta dele foi de que não há mercado de veleiros no Brasil. Não para onde êle chegou depois que começou a projetar e fabricar lanchas.

Hoje temos apenas três estaleiros com alguma produção e variedade de modelos (Delta Yachts, Flash e Skipper). Só na Grande Florianópolis existem mais de dez estaleiros que fabricam embarcações a motor (e mais nenhum a vela), sendo que pelo menos seis deles tem podução maior que qualquer um dos construtores brasileiros de veleiros.

O complexo é quebrar este paradigma. Saber porque veleiros vendem pouco. A meu ver um grande fator é o cultural. Não temos a cultura da vela. Moramos num país tropical e não gostamos do vento na cara. Para muitos, que conseguiram o sucesso financeiro, a lancha é um grande simbolo de status, onde o importante não é curtir, mas ser visto. Bem, eu prefiro ser este bicho exótico: velejador.

(Foto de Andreas Willecke, do veleiro Mood Indigo).

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Abobrinhas...

O clima continua difícil para nós velejadores. Muita chuva, uma frente fria atrás da outra provocando muita instabilidade no tempo, com ventos fortes sem mais nem menos, ressacas seguidas e temperaturas desagradáveis. Deste modo o Tinguá tem velejado pouco. Deixamos de participar da Regata Balneário Camboriú, no sábado 19. A última saída foi em 20 de setembro, num dos poucos domingos de bom tempo dos últimos meses. Aproveitamos para levar as esposas e mais o casal de amigos (Rô e Polaco) para uma gostosa velejada na Baía Norte, com parada para um churrasquinho a bordo, ancorado em frente a Santo Antônio de Lisboa. Na volta apreciamos inúmeros golfinhos cercando um cardume. Foi a primeira vez que vi golfinhos tão dentro da Baía Norte, próximo à Avenida Beira Mar. Infelizmente só havia uma câmera a bordo, sem bateria...

Não tinha comentado ainda, mas o Guga Buy cresceu. O barco (um Van der Stadt 29') do Cmdte. José André Zanella e seu filho Eduardo, conhecidos de todos os cruzeiristas, no qual fiz várias gostosas travessias e aprendi muito, foi vendido no inverno passado. No inicio de setembro chegou ao Veleiros da Ilha o novo Guga Buy, um "possante" Far 40'. Ano que vem é rumo ao Caribe...

Recentemente o Estaleiro Skipper colocou no ar seu novo site, com seus novos projetos como o Skipper21 Nano, já uma realidade, e o Skipper38, um lindo projeto de Nestor Volker, que ainda não tem nenhuma unidade pronta. Outra novidade, é que a Skipper comprou a forma do catarinense Neo25 e o incorporou a sua linha de veleiros. Além disso a Skipper está produzindo barcos pelo sistema de infusão, uma tecnologia que permite cascos mais leves, resistentes e homôgeneos, além de ser ambientalmente mais correta. Bons ventos a Skipper. É disto que precisamos, mais estaleiros com maior opção de modelos.

Neste sábado o Mutley voltou as águas da Lagoa da Conceição para disputar a 3ª Etapa da IV Copa CASAN de Mini-Oceano. Primeiro deixa eu explicar: há muitos anos a Avelisc (Associação de Vela e Preservação da Lagoa da Conceição) vem organizando e realizando um campeonato de mini-oceano (veleiros cabinados até 25 pés) em oito etapas, que faz parte do calendário da FEVESC, que o chama de Ranking Catarinense de Mini-Oceano. Paralelamente a mesma FEVESC realiza, também na Lagoa da Conceição, o Estadual de Mini-Oceano, em três etapas, sendo a primeira e terceiras coincidentes com as sexta e oitava etapas do ranking. Desde de 2006 a Avelisc logrou conseguir o patrocínio da CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) para o campeonato. Neste ano por diversos motivos, este patrocínio só se concretizou em julho passado para quatro etapas, que seriam as 6ª, 7ª, 8ª e a Ele & Ela, uma tradicional regata festiva de encerramento da temporada. Acontece que a FEVESC não quer mais a CASAN em seu campeonato. Então foi preciso fazer uma regata não prevista para ser a 3ª etapa. Lembram daquela regata que transferiram de data em agosto e não pude fazer por estar com viagem programada na nova data? Pois bem valeu para três campeonatos, e com a ausência o Mutley ficou praticamente sem chances em dois deles...

Pois bem, a regata no sábado foi disputada com ventos fracos, parantes e rondantes do quadrante sul e após estar vencendo-a da largada até a última volta, com certa facilidade, deu um branco total no comandante...foram tantas as "cagadas" que não vou nem comentar. O fato é que acabamos em terceiro lugar, pela primeira vez perdendo uma posição pelo tempo corrigido.

(Foi tão vergonhoso que o www.esportesdomar.com.br não publicou nenhuma foto do Mutley nesta regata).

terça-feira, 15 de setembro de 2009

E o Mutley Não Ganhou...

A 7ª Etapa do Ranking de Mini Oceano da FEVESC/Avelisc foi transferida de sábado passado para o domingo (13/09) por conta da falta de vento e muita chuva. Sabia decisão, pois no domingo tivemos um dia maravilhoso, com um vento gostoso de S-SE ao redor dos 10 nós. A raia montada na frente da Av. das Rendeiras (sempre na Lagoa da Conceição) consistia de um barla-sota mais dois triângulos e mais um barla-sota e meio.

Polaco e Eu, no Mutley, não ganhamos na Bruma 19 como nas últimas três regatas. Largamos bem e nos mantivemos sempre a frente do Imagine, do nosso amigo Antônio Moura (o ex-dono do Mutley), numa distância "perigosamente suficiente " para compensar o tempo que pagamos para êle, pois nossa opção pela genoa 2 não nos permitia maior folga apesar da regata correta que faziamos. Mas, na metade da última perna, quando o vento já havia aumentado uns bons 4 - 5 nós com rajadas bem signifivativas, erramos uma cambada e "entregamos o ouro para o bandido"....para grande alegria dele e suas tripulantes (vide foto ao lado). Tem nada não, em outubro rola a última etapa quando quem chegar na frente será o campeão.

(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip)

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Tingua Desmastreado

Pois bem, estamos aproveitando o inverno para fazer algumas manutenções e melhorias no Tinguá. Depois de passar epóxi nas partes vivas, conforme comentado no post Rumo a Ilhabela, Sem o Tinguá, retiramos o mastro para refazer a enora e assim acabar com as constantes goteiras junto a mesma no teto da cabine e diminuir a entrada de água no pé do mesmo.

Refizemos a enora utilizando, ao invés da borracha original, seções de compensado recortadas e impermeabilizadas uma a uma com silicone e no final com Sikaflex. Para evitar a entrada por dentro do perfil do mastro foi instalada uma chapa de compensado recortada segundo a secção do mastro, a qual é empurrada até uma posição acima da cabine, onde através de um furo no mastro foi vedada com espuma de poliuretano. O mesmo furo serve para escoar a água que penetra no interior do mastro pelos fendas das adriças. O que segundo o Elói Frantzen, um dos construtores dos Schaefer31 e Tor12.5 e responsável pelo serviço, funciona muito bem.

Vedação por dentro do mastro

Mesmo as buchas de Delrin das roldanas das adriças no mastro ainda estarem em bom estado, aproveitamos a ocasião e substituimos todas por buchas de bronze.

As roldanas com as novas buchas de bronze

Aproveitamos a retirada do mastro para instalar a antena de TV no tope do mesmo, o que o eletricista Magrão não havia conseguido, anteriormente, em dois dias de trabalho. O problema é que o conduíte instalado no mastro de 1/2" polegada é insuficiente para a fiação que desce do tope. Só conseguimos passar porque substituimos os fios da luz de tope por um cabo com 5 fios finos. Isto foi possível porque uma das melhorias que fizemos foi instalar uma luminária com lâmpadas led (com luzes de navegação, tope e ...estrobo, que prometo não usar!), o modelo Amazônia Mirim da Optolamp.

Antena de TV e luminária led instaladas

Outra correção realizada foi na fixação da mesa do salão. Trocamos as buchas de nylon nos pés da mesma, que tinham folga, e ela agora não parece mais aquelas mesas de bar que precisam de um calcinho para não balançarem. Também corrigimos as buchas mal dimensionadas na fixação da retranca ao mastro, que deixava-a inclinada. Corrigimos ainda a fixação da extensão do sofá do salão, pois a original não funcionava bem.

A última correção foi a da gaiúta de proa, aquela que o estaleiro corrigiu nos outros Skipper30 aqui do Veleiros e nós recusamos pois não haviamos sentido o problema (veja o post Mais Defeitos).

No mais foram algumas manutenções como um guarda mancebo torto, um vazamento de água numa conexão hidráulica...coisinhas normais.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Tinguá Também Tem Twitter

Acho o twitter meio "bobinho", mais uma destas "invenções" que a nossa sociedade de consumo nos faz sentir necessidade, mesmo sem sabermos porque. Sabe aquela sensação de "peixe fora d'água"...se você não está ou não tem você é um alienado...

Em todo caso, como amamos o mar não podemos ficar fora d'água...criei uma conta no twitter para o Tinguá (@veleirotingua) e outra para mim (@lflbeltrao). Vai que o negócio não seja só uma nova maneira de perder tempo...E vamos tentar dar umas tuítadas.

Aproveito para informar que adotei em definitivo meu endereço de email do google: lflbeltrao@gmail.com.

Futura tripulação do Tinguá em passeio a Croa do Goré, no Rio Vaza Barris.

Estivemos em Aracaju, neste feriadão, para o aniversário de 3 anos de meu neto mais velho, Pedro. Enquanto o Tinguá ficou fazendo algumas manutenções e melhorias, das quais falo num próximo post.