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quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Por do Sol no Mar

Certamente entre os melhores momentos de uma travessia oceânica está o Por do Sol. Se repete todos os dias, e já foram muitos, mas sempre parecem únicos e tocam-nos de maneira indelével.

Abaixo alguns dos que registrei em minhas velejadas.


Na costa catarinense a caminho de Angra (29/05/12)

Na costa do Suriname a caminho do Caribe (16/12/10)

 Na Baía de Chaguaramas, Tinidad & Tobago (02/01/11)
Deixando o Arquipélago de Abrolhos, no Costa Leste (06/08/08)
 Do topo do Farol de Abrolhos, na Ilha de Santa Bárbara (27/06/13)

 No Campinho, Baía de Camamu (14/08/10)

 Na primeira Regata Alcatrazes por Boreste do Tinguá, Ilhabela (08/07/07)

 Próximo a Ilhabela, numa das muitas travessias desde Floripa (03/07/07)

No Porto de Santo Antônio, Fernando de Noronha (01/10/08)

O famoso da Praia do Jacaré, na Paraíba, a bordo do Kaka-MauMau (02/10/05)

Em terra, da casa do Tinguá, o Veleiros da Ilha (10/08/12)

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Regata Alcatrazes







Neste domingo 08/07 dei inicio à minha terceira Semana de Vela de Ilhabela consecutiva, pela primeira vez como comandante, com a regata Alcatrazes por Boreste, a regata longa da competição, com mais de 50 mn. E o Tinguá estava lá...

Largamos mal, de balão, por conta de um abalroamento nos minutos antes da largada. Por sorte, de pouca monta resultando no rompimento de um e avaria do outro cabo de linha de vida de BE. No casco nem um arranhão. Vacilamos na tática, velejando muito pelo meio, tanto no canal como depois dele. Lá fora, com vento mais forte, tivemos uma enrolada complicada de balão, inclusive com o amantilho dando duas voltas no balão próximo ao tope. Quando já preparámos a subida do Raphael, pois não conseguíamos descer nem desenrolar o mesmo, as manobras deram resultado. Mais a frente perdemos muito tempo encalmados, tanto nas proximidades da ilha para contorná-la como depois de contorná-la. Ultrapassada Alcatrazes o vento voltou, na faixa dos 15 nós, e conseguimos velejar rápido no contra-vento. Ventos na faixa dos 15 nós são os preferidos do Tinguá. Tivemos mais um erro na aproximação da linha de chegada, pois estávamos nos orientando pela baliza de sinalização nº 4 do canal, ao invés da nº 2 que era marca da linha de chegada. No final ficamos em 13º lugar em nossa classe a ORC Club 670.

(Foto da esquerda da Revista Náutica e do por-do-sol de Jorge Calliari, mais fotos em http://www.picasaweb.google.com/lflbeltrao/34svilhabela)