sábado, 14 de abril de 2012

A Race Village de Itajaí

O Tinguá esta numa poita da ANI (Associação Náutica de Itajaí), no Saco da Fazenda, a cerca de 500m da vila da regata. O Pavilhão de Eventos da cidade fica à margem do saco e faz parte do complexo da Race Village que foi montada no terreno contíguo a ele. No pavilhão ficam uma exposição/feira e o auditório para palestras. E a entrada é através dele.

A entrada do Centreventos de Itajaí
 
Itajaí através de suas autoridades constituidas e de sua população "incorporou" a VOR. Toda a cidade está voltada para o evento (que é o maior de carácter esportivo da cidade e o maior do ano em Santa Catarina) e as atividades na vila da regata e outras mais paralelas, são muitas e intensas.

Exemplo do efeito VOR na cidade

Com bom espaço e estrutura nova a vila esta excelente. Além das atrações que a organização sempre trás (cimema 3D, simulador, loja da Puma, pavilhão da Volvo) a Race Village em Itajaí tem outras atrações, notadamente os shows musicais em dois palcos. Um dentro da vila propriamente dita com atrações regionais e outro montado do outro lado do pavilhão de eventos para shows nacionais gratuitos.

Uma vista noturna da Race Village
 
Há também um ciclo de palestras no auditório do centreventos, nesta primeira semana voltadas para a área ambiental. Na próxima semana com palestras como de Vilfredo Schurmann.

Una das diversões para os visitantes
 
O que não ficou bom foi a feira, chamada de Náutica Show, que foi dominada pelo setor de imóveis. Não sei o que aconteceu, se foi inabilidade da empresa encarregada de promove-la, preços caros ou a coincidência com o Rio Boat Show. Ou a soma de tudo. Mas de resto está muito bom.


Veja mais imagens da stopover Itajaí aqui.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Volvo Ocean Race Academy

A Volvo Ocean Race Academy é um programa paralelo da regata de volta ao mundo de incentivo a vela para crianças, que ocorre em todas as stopovers. Aqui em Itajaí esta sendo realizado no Saco da Fazenda com o apoio e uso da estrutura da ANI (Associação Náutica de Itajaí).Também o Veleiros da Ilha tem apoiado com marinheiros, 2 infláveis e a traineira Comodoro's.

Os Optimist trazidos pela organização em frente a ANI

A organização da regata trás 20 Optimist para realizar o evento e dá todo apoio, como instrutores, bóias, pessoal de terra, coletes salva-vidas, bonés,camisetas, lanche. São 32 pequenos velejadores de Itajaí, Florianópolis e Joinville que são divididos em 8 equipes.

Técnico da VOR passando as instruções para a criançada
 
De hoje, quinta feira (12/04), até sábado é ministrada uma clinica por tecnicotrazido pela VOR. No domingo será disputado um campeonato entre os participantes.

 A caminho da raia

Ainda no tocante ao incentivo a prática da vela, a organização trouxe 3 veleiros, do modelo francês Ludic, com capacidade para até 9 pessoas. Estes barcos ficam à disposição de quem quiser experimentar o iatismo, todas as tardes, com monitores da ANI. A meninada das escolas da região estão fazendo a festa. Ontem no final da tarde, junto com 3 amigos velejadores de Floripa, testamos os veleiros. Muito gostosos de velejar com genoa enrolável, bolina tipo canivete, cockpit bem amplo com popa aberta. Um excelente barco escola.

 Um dos Ludic e uma turma de escolares
Mais fotos da stopover da VOR em Itajaí aqui.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Termostato Digital

No sábado à noite retornei a Florianópolis, via rodoviária, e hoje estou de volta ao Tinguá. À tarde, conforme já agendado com o Gilberto o técnico da Elber na região, instalamos um termostato digital na geladeira do Tinguá.

O termostato analógico original não desligava mais a geladeira, nem obedecia as setagens. Contatei a Elber e eles me indicaram o GIlberto, aqui de Itajaí, especialista na área nautica. Gostei do seu serviço e agora a geladeira do Tinguá conta com um controlador digital. Vamos acompanhar o desempenho.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Chegada da Volvo Ocean Race a Itajaí

A partir da segunda feira (02/04) passei a monitorar com mais intensidade a posição dos veleiros na Volvo Ocean Race 2011-12 e as condições do tempo. Queria chegar a Itajaí, porto de chegada da 5ª etapa da VOR, em tempo para assistir os veleiros Puma e Telefônica cruzando a linha. O tempo seria favorável apartir da madrugada de sexta feira (06/04) com a entrada de uma frente fria (ventos de sul) no lugar do NE dos últimos dias e as previsões apontavam para a chegada dos barcos entre a manhã e à noite desta mesma sexta.

Depois de um atraso na descida do Tinguá para a água, causado por um temporal seguido de quase duas horas de falta de luz no final da tarde da quinta feira (05/04), zarpamos Eu e o Beto Larsen, veleiro Parangolé, por volta das 21:00h rumo à sede oceânica de Jurerê do Veleiros da Ilha, onde pernoitamos. De manhã cedo embarcou o amigo Giovani Dal Grande, do Kiriri ete, e por volta das 06:20h largamos a poita, sempre monitorando o progresso dos veleiros que já alcançavam a costa da Ilha de Santa Catarina.

 
Aurora no Norte da Ilha de SC
 
A primeira parte da navegada até as proximidades das Ilhas Galés foi com um bom terral de 12 nós em orça folgada. Nesta altura emparelhamos com o Oulalá (Delta36), do Cmte. Guilherme Bernard. A bordo estavam os proprietários do Carabelli30 Kaikias, Tarcísio Mattos e Rogério Capella, que pretendiam encontrar o Puma e Telefônica com seu veleiro, mas não conseguiram colocá-lo na água devido ao problema da falta de energia.


 No través de Camboriú

O vento variou e rondou por um bom trecho até se fixar nuns 8 nós de NWN. Com o mar baixo (cerca de 0,50m), corrente favorável e motor nos 2000 giros mantínhamos uma média de 6,7 nós. Por volta das 10:30h já estávamos no través de Balneário Camboriú e as informações que o Tarcísio tinha diretamente do Ricardo Navarro, Diretor de Água da VOR na etapa de Itajaí, era da chegada dos veleiros para dali a 3,5 horas. O Oulalá entrou em Camboriú para almoçar e nós depois de um passeio vagaroso pela orla de Camboriú, já com vento leste, fomos ancorar em frente a Praia de Cabeçudas e tratar de matar a fome.

Por volta das 14 horas rumanos para a linha de chegada, entre o farolete da Ponta de Cabeçudas e uma das bóias do canal de entrada ao porto. No meio da linha o rebocador Triton da Marinha do Brasil. Zanzando por alí avistamos os barcos por volta das 15 horas. O Telefônica que na passagem pela costa leste da Ilha de Santa Catarina chegou a estar somente 0,7 mn do Mar Mostro, da Puma, vinha mais longe de terra e à uma distância visivelmente maior. 

Logo o Mar Mostro se aproximou da linha já seguido por um séquito de embarcações, cambou em nossa direção passando ao nosso lado e cruzou a linha, enquanto o mar ficava cheio de marolas desencontradas provocadas pelas lanchas que o seguiam ensandecidas. Enquanto iniciava o trabalho de recolhimento de suas velas o Telefônica se aproximava no rumo da Ponta de Cabeçudas, com Camboriú ao fundo. Cambou próximo a ponta e também cruzou a linha, a BE do rebocador Triton, exatos 12' 48" depois.

O Mar Mostro, da Puma, cruzando a linha


 O Telefônica se aproximando com Camboriú ao fundo
O Puma foi o primeiro a adentrar a barra do Rio Itajaí-açu sendo muito aplaudido pela multidão que ocupava os molhes das duas margens, dirigindo-se ao pier da Race Village onde cerca de 15 mil pessoas já aguardavam há várias horas. Depois veio o Telefônica com o brasileiro Joca Signorini portando uma bandeira do Brasil e sendo ovacionado pelo público.

 O Puma entrando na barra e os molhe lotado

O Telefônica já no Itajaí-açu
Foi um espetáculo único e emocionante que tivemos o privilégio de assistir de "camarote". Itajaí se preparou muito bem e sua população "assumiu" o evento.

A Vila da Regata
Veja o nosso clip da chegada em Itajaí aqui.
Veja mais imagens da stopover Itajaí aqui. 

terça-feira, 3 de abril de 2012

Época de Manutenções

Este verão trouxe o Tinguá da sede oceânica do Veleiros da Ilha para a do centro mais cedo para poder realizar algumas manutenções em tempo de levá-lo para Itajaí, durante a parada da regata Volvo Ocean Race. Quem tem veleiro sabe que sempre temos uma lista sem fim de tarefas à fazer. Sem fim no sentido de que sempre tem alguma manutenção ou melhoria, não no sentido de enorme. Pelo menos no caso do Tinguá...

Pois bem dentre tarefas menores as principais eram trocar as lâmpadas fluorescentes por leds das últimas luminárias internas, substituir um dos pás do hélice, instalar a nova placa solar, repintar o fundo com tinta anti-incrustante.

Substituí as lâmpadas de todas as luminárias por fita de leds, mantendo a luminária original e em condições de retornar a situação anterior. Já havia feito esta substituição com duas delas, em caracter experimental, há cerca de um ano atrás. Como o resultado até agora satisfez  completei a substituição de todas elas. Usei cerca de 60 cm de fita led com 60 leds por metro e a luminosidade obtida é praticamente a mesma da com as duas lâmpadas acesas. No entanto estas luminárias, nas cabines, cozinha e banheiro, são de duas lâmpadas com acionamento separado e normalmente utilizávamos apenas uma lâmpada. Agora utilizamos toda a fita de led com um gasto de 4-5 vezes menos energia.

 A luminária original do BWC agora com leds

Uma das pás do hélice Kiwi do Tinguá ficou um pouco "machucada" após ter pego um espinhel nas proximidades de Santos quando retornávamos de Angra dos Reis, no ano passado, e resolvemos substituí-la por uma peça nova que já possuíamos para estas situações. A operação foi muito tranquila de ser realizada.

Instalando uma nova pá na nossa hélice Kiwi Prop

Recentemente a procura de um painel solar flexível com o objetivo de manter as baterias carregadas quando o Tinguá está parado, encontrei o site da Aurinco. Ela fabrica excelentes painéis solares semi-flexiveis com muito bom rendimento. Adquirimos o modelo Compact 25W, nas dimensões de 46x41cm. Esta placa tem uma potência máxima de até 25W e corrente de até 1,4A. Optamos então por utilizá-la também quando estivermos navegando ou ancorados. Mandamos costurar velcros na capa do barco e em cima do dog house. Assim instalamos a placa num ou no outro conforme o caso. Vamos instalar também um pequeno controlador para até 3A que ainda está a caminho.

O painel solar num de seus pontos de captação, a BE no dog house
 
Hoje o Tinguá recebeu sua nova pintura anti-incrustante. Desta vez usamos a tinta premium da Oceânica, uma tinta fabricada em Itajaí, que tem um custo baixo e deu excelentes resultados em alguns veleiros de colegas. Não tem nada a ver, mas gostei do tom de seu azul.

 Júnior terminando de pintar o casco com a tinta envenenada

Ia me esquecendo de outra manutenção importante: a retirada de pequena infiltração de água da chuva que acumulava na bancada da cozinha. Estas infiltrações são sempre difíceis de se localizar pois podem se originar em vários lugares que ficam encobertos pelo contra molde. Neste caso a infiltração ocorria pela vigia lateral do casco de boreste. Após refazer a colagem instalamos dois parafusos, conforme se vê na foto abaixo, para evitar novo descolamento. Descobri então que o Kíron, o último Skipper30 que chegou aqui no Veleiros, já veio do estaleiro com estes parafusos. Se os nossos estaleiros tivessem pós venda ao menos orientariam seus clientes à respeito.


Os parafusos colocados na vigia lateral de BE

Agora é só esperar o tempo adequado para rumarmos a Itajaí.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Regata Cidade de Florianópolis

As regatas organizadas pelo ICSC vem há algum tempo minguando em numero de participantes. A recente Regata Fortalezas, 1ª etapa da Copa Veleiros de Oceano 2012, teve 15 participantes entre todas as 6 classes em disputa. O último Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, em fevereiro passado, teve 31 inscritos mas na raia os participantes não chegaram a 30 veleiros. Mesmo assim os responsáveis pela vela de competição no clube não se preocupam muito em aumentar o numero de veleiros na raia, dificultando a participação dos velejadores que possuem barcos de cruzeiro, mas gostam de "brincar" em uma regata. Na chamada Classe RGS Cruzeiro quando o veleiro consegue atender as exigências do regulamento, a Comissão Técnica não aprova o mesmo, como acontece com o Tinguá.
 
Diante deste quadro, recentemente alguns cruzeiristas se reuniram e iniciaram as tratativas para a criação de uma nova classe, quando a meu ver o ideal seria uma flexibilização nas regras da RGS Cruzeiro. Apresentada na Reunião de Comandantes  anterior a Regata Cidade de Florianópolis a "idéia" não foi muita bem aceita pela flotilha de veleiros de oceano. Bancada pelo comodoro, convocada de última hora, ainda sem regras e nome estabelecidos, a nova classe, discriminada até pela Comissão de Regatas, colocou 12 veleiros mais outros 13 veleiros de cruzeiristas ainda sem definição de participação na classe, contra os 16 "regatistas" ontem (24/03) na Regata Cidade de Florianópolis, comemorativa aos 286 anos de Florianópolis (completados no dia 23) e válida como 2ª etapa da Copa Veleiros da Ilha de Oceano. Pelo menos agora dá para contar que venceu a regata sem esconder o número de veleiros na raia...

Não aceito na RGS Cruzeiro o Tinguá se juntou aos cruzeirista e correu a regata na Passeio como fomos chamados pela Diretoria de Vela. Não foi um passeio, sim uma verdadeira regata só que com dog-house, bimini, enrolador, água no tanque, sem usar balão, tripulação (digamos) light. O trajeto das proximidades do trapiche da Beira Mar Norte até a Sede Oceânica em Jurerê foi feito com vento S, portanto de popa até a Ponta de Jurerê e orça folgada no trecho final, de 14 nós na média, segundo a CR, que começou fraco e terminou beirando os 20 nós.

Tinguá de "asa de pombo" na Baía Norte
 
Travamos um duelo com o Maskote (Delta32), da Kriz Sanz e Artur Junqueira, que no entanto era mais rápido do que nós no vento de popa. Depois de dobrar a Ponta de Jurerê orçando com ventos de 20 nós conseguimos ultrapassá-lo e fomos o Fita Azul dos cruzeiristas. Não esperávamos, mas acabamos premiados com troféu e ainda ganhamos um dos "checões" sorteados entre os participantes da regata, o nosso de 500 reais.

No trecho final as rajadas passaram dos 20 nós
 
Foi bom ver novamente um grande número de velejadores e familiares se confraternizando na Caldeirada de frutos do mar, regada a chopp, oferecida pelo clube na sede de Jurerê.
Hoje, logo depois do almoço, junto com meu filho Gabriel, trouxe o Tinguá de volta a Sede Centro. Pegamos uma chuva de inicio com NE de até 8 nós, depois o dia foi abrindo e a brisa não nunca passou de 5 nós de ENE. Mas com a maré enchendo foi tudo a favor.


Forte de São José da Ponta Grossa (a Ponta de Jurerê) e a chuva

Mais fotos, clip, sumula em www.esportesdomar.com.br.
Vídeo e comentárioda regata pelo Kaikias aqui.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Começou o Catarinense de Minioceano

Neste sábado iniciou o Campeonato Catarinense de Minioceano, na raia da Lagoa da Conceição, aqui em Florinanópolis. A nossa nova federação de vela, agora chamada FEISC - Federação de Iatismo do Estado de Santa Catarina (a antiga FEVESC foi "abandonada" por conta das impagáveis dívidas de impostos do bingo com o qual tinha parceria), optou por transformar o campeonato da Avelisc no próprio estadual, uma vez que nos últimos dois anos não conseguiu realizar o estadual. Assim o campeonato estadual será disputado no tradicional formato da Avelisc, dividido em oito etapas nos meses de março à outubro.


Disputamos praticamente duas regatas, pois a primeira foi anulada já com 70% do percurso cumprido por conta de alguns competidores que rumaram para uma bóia de outro evento. Na primeira largada saímos sem vento nenhum, que entrou só depois de uns 15 minutos. O vento foi bastante rondado entre SE e E e variou de 3-4 até 9-10 nós. Com os amigos Daniele Pastorino e  Guto Kindlein fizemos uma boa regata, vencendo a classe Bruma19.

Depois da regata a tradicional confraternização entre os velejadores com churrasco e a premiação, no trapiche da Avelisc.

Mais fotos, clip, sumula em www.esportesdomar.com.br.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Voltando Pra Carreta

Após voltar da viagem levei o Tinguá novamente para uma poita da sede oceânica de Jurerê do Veleiros da Ilha e saímos para velejar na região em três dias do Carnaval, apesar do NE forte na maior parte do período.

No sábado (25/02) disputei a regata festiva de abertura da temporada de minioceano da Avelisc. Faziam três meses que o Mutley não velejava. Com o amigo Érico Couto Jr. (com quem disputei os campeonatos de 2006 e 2007) fizemos uma boa regata, mas sem nenhum outro concorrente na nossa classe. A regata começou próximo a ponte que divide a Lagoa da Conceição em duas e terminou em frente a Costa da Lagoa. Ventos fracos variáveis que rondaram de SE até NE.


 A disputa com o Bilitote foi até a linha de chegada

Nesta sexta (02/03) fizemos uma ótima velejada com o Tinguá até a Ponta do Rapa. Jorge, Eu e os meninos. O dia estava ensolarado, o mar inicialmente flat e o vento SE entre 12-15 nós. Depois chegou aos 18 nós, com rajadas de até 22 nós. E aí faltou escora no Tinguá, mas já estávamos no final da tarde...

Ontem trouxe o Tinguá para o centro. Saímos de manhã Jorge, a esposa Edman, a filha Stefane e o namorado, com sol, mar liso e um NE de 6-7 nós. Fizemos uma parada estratégica na Praia de Armação da Piedade para comer umas ostras e camarões e, então, seguimos rumo centro com o NE já na casa dos 12-13 nós num popa, as vezes través folgado.


Chegamos na metade da tarde para evitar a maré baixa do final do dia e a fila para subir o barco no pau de carga, pois o trapiche norte está em obras  de ampliação e sem condições de uso. Nesta semana vamos cuidar de pequenas manutenções e da instalação da placa solar flexível de 25W da Aurinco, que trouxe dos EUA.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Navegando pelo Ar

Fiquei um bom tempo sem postar aqui porque estive viajando com a família para Orlando, nos EUA. De avião, não de veleiro como preferiria. Antes de embarcar trouxe o Tinguá da sede oceânica em Jurerê para a central, do Veleiros da Ilha. Em janeiro as velejadas foram apenas day sailing, na média de 2 a 3 por semana, pela região norte da Ilha de Santa Catarina e proximidades.

Meus planos iniciais de viagem de férias eram um charter no Caribe com um pulo rápido a Miami. Mas por desistência dos possíveis companheiros de charter, por vários e justos motivos, o tempo foi passando e ficou difícil conseguir vaga nos voos da Gol (mais econômicos) para o Caribe, bem como o veleiro que gostaríamos. A opção era realizar o charter nas Granadinas, partindo de Grenada.

Acabei tendo que aceitar a viagem para Orlando, desejo dos meninos endossado pela almiranta, onde já estivéramos há exatos 2 anos. Os parques, reconheço, são fantásticos mas para mim não justificam um retorno em tão pouco tempo. Mas valeu pela oportunidade de realizar algumas compras (tão mais em conta que aqui) e por dois passeios diferentes.

 A enorme Bass Pro Shop que vende de tudo para pescadores, caçadores e outros mentirosos...
 Um foi o dia que passamos na pequena cidade de Winter Park, na periferia de Orlando (cerca de 30 km). Situada entre lagos e parques com ares europeus a charmosa cidadezinha é cheia de restaurantes e cafés com mesas nas calçadas, galerias, museus e uma população diferente da habitual, de americanos mais elegantes, magros, educados...Ao redor de seus vários lagos muitas mansões, grande parte de gente famosa e abonada que as usam como refúgio do frio.

 Almoçando na calçada do Panullo´s, em Winter Park

O outro (digamos) passeio foi assistir a um jogo de basquete da NBA entre o time local o Orlando Magic contra o Atlanta Hawks. Numa ocasião destas é que sentimos como ainda estamos há séculos do chamado primeiro mundo. O estádio (Amway Center) é maravilhoso, a começar pelo estacionamento, a organização primorosa, o entretenimento oferecido além do jogo em si, e a educação do público...não existe barreira alguma entre as confortáveis poltronas e a quadra, não tem separação entre torcidas, são poucos os seguranças.

 O Amway Center visto do último de seus 5 andares

Corredores de acesso, em volta de todo o Amway Center

A expectativa agora é velejar durante o Carnaval, apesar das previsões de NE forte como o que já sopra hoje.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Cuidado com Gás a Bordo

O recente acidente com gás GLP com o  Inácio Pupo no seu veleiro Kapiao (Samoa27), chama nossa atenção para esse sistema que temos na maioria dos veleiros de cruzeiros e nem sempre é tratado com o devido cuidado e segurança. 

Minha esposa é cuidadosa e sempre cobra o fechamento da válvula do bujão de GLP, que no Tinguá e de resto na maioria dos veleiros fica num paiol específico junto ao cockpit, depois de utilizar o fogão. Além deste cuidado, no mínimo, devemos manter bujão, válvula, mangueiras em bom estado e dentro de seus prazos de validade. O desejável é termos sensores de vazamento de gás com dispositivo que fecha a válvula em caso de alguma anormalidade. O veleiro em que fizemos o charter nas BVI ano passado possuía um sistema deste, mas não o conheço em detalhes. Depois deste acidente vou procurar saber mais à respeito.

O estado em que ficou o Kapiao após a explosão

Inácio tem 79 anos e veleja regularmente, participando dos cruzeiros organizados pela ABVC, como o Costa Leste 2010 e, no ano passado, veio até Florianópolis no Cruzeiro Costa Sul, na companhia do Lopez, outro velejador (digamos) de alta idade, com o Kapiao.
 
No blog do Tangata Manu, do Ricardo Amatucci, tem mais detalhes sobre o acidente. Foi de lá que "surrupiei" a foto acima.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A Política Ambiental no Brasil

Dois exemplos diretamente ligados a vela aqui em Florianópolis, demonstram o tipo de política ambiental que se pratica no país. No inicio de 2007 quando o Tinguá chegou seus 1,55m de calado nunca tocavam o fundo do canal de entrada do ICSC. Hoje, no pier norte, já toca até em maré cheia, nas baixas arrasta no lodo, no estofo da baixa esta impossível de se mover.  O ICSC está há mais de 5 anos lutando para conseguir dragar seu canal de entrada. É uma infinidade de órgãos a dar permissões, licenças e afins com suas burocracias paralizantes. São três instâncias ambientais (municipal, estadual, federal) se sobrepondo, SPU, Marinha, Prefeitura e sabe-se lá mais o quê. Depois de obter todas as licenças para a dragagem, começa tudo de novo de como operacionalizar. A último prazo é de que, finalmente, neste mes de janeiro se consiga dar início a dragagem. Na causa do assoreamento ninguém vê, ninguém sabe, ninguém mexe...

O assoreamento do canal que liga a Lagoa da Conceição ao Oceano Atlântico, e da própria lagoa, é outro exemplo. Não pode dragar. Por conta de leis inadequadas e firulas burocráticas está se asfixiando a lagoa toda com a cada vez menor troca de água com o mar. O prejuízo ambiental é muito maior.

Vivemos no Brasil uma verdadeira ditadura ambiental. São dezenas de órgãos e centenas de leis, decretos, regulamentos e sei mais lá o que. Nada pode. Profissionais ideológicos recém saídos da faculdade, sem experiência nem maturidade profissional e de vida tem poder imperial. A vontade deles é soberana. Aos olhos dos incautos pode parecer que estamos realmente cuidando do nosso ambiente. Ledo engano. Cuidam dos anéis enquanto os dedos se vão...Estão ai o desmatamento descontrolado da Amazônia, a pesca predatória a acabar com a piscosidade do nosso litoral, os derramamentos de óleo das petroleiras, as favelas subindo os morros e aterrando os mangues...muitos outros exemplos poderiam ser listados.

Nem precisaria, mas reforço que sou totalmente favorável ao controle ambiental. Mas racional e inteligente, para que realmente atinja o objetivo. Da maneira que vem sendo praticado pelos órgãos oficiais é mais um incõmodo, um entrave, causa grande insegurança jurídica (não é raro mesmo tendo todas as licenças ambientais sofrer-se embargo posterior do Ministério Público).

sábado, 14 de janeiro de 2012

Ano Novo? Nem Parece

Estamos em mais um ano novo, mas nem parece. Todas aquelas expectativas, esperanças, promessas esvaem em poucas semanas. Tudo continua como sempre...E assim vamos levando  nossa "vidinha". Não é reclamação porque a minha vai muito bem, obrigado. Só não quero que piore, mas se melhorar ainda mais não vou reclamar...

Desde que me aposentei costumo dizer que estou de férias quando a esposa e os meninos também estão. É que a rotina é outra. Minha esposa teve o recesso de final do ano do judiciário, que desta vez chegou a exatas três semanas e os meninos em férias escolares. Mas não fomos tanto ao mar como gostaria. Tem as festividades de final de ano, visitas da filha mais velha que mora fora, do meu cunhado "baiúcho" de Salvador e até viajem para o interior para um destes encontros de família.  

 Vista panorâmica do centro de Floripa, visto da Baía Norte

O Tinguá tem permanecido, como sempre nesta época, numa poita da sede oceânica do Veleiros da Ilha, na praia de Jurerê. Saímos várias vezes e na última semana deu para fazermos  duas ótimas velejadas na região norte da Ilha de Santa Catarina. Nesta quinta-feira (12/01) trouxe-o à sede centro para uma limpeza geral. Foi uma ótima "descida" com mar, maré e vento favoráveis. Ontem cedo, num dia muito lindo mas com apenas uma brisa e contra, retornamos a poita em Jurerê. Já à noite despencou água e continua chovendo até agora.

Tinguá sendo içado para limpeza

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Passeio a Ganchos

Neste final de semana participamos com o Tinguá do passeio a Ganchos (oficialmente, município de Gov. Celso Ramos) organizado pela Diretoria de Cruzeiro do ICSC-Veleiros da Ilha, através de seu diretor, o amigo e comandante do Kyriri Ete, Giovani Dal Grande.

A Praia de Calheiros em Ganchos
 
Zarpamos (Jorge Calliari, Luiz Carlos "Polaco" Poyer e Eu) no sábado (17/12) pela manhã da sede Centro para um trajeto de 22 mn que cumprimos em cerca de 3,5 horas. Dia maravilhoso com ventos do quadrante norte, variáveis em intensidade e direção, que nos permitiram bons trechos de velejada em orça apertada.

 Bom papo no churrasco na praia
A ancoragem foi na Praia de Calheiros onde descemos em terra e churrasqueamos em baixo das árvores. Boa carne, cervejas geladas e bom papo com as tripulações dos nove veleiros participantes. No final da tarde retornamos ao Tinguá e mesmo com a ausência de vento  havia uma ondulação fraca mas desagradável o que fez com que a maioria dos veleiros seguissem para outros locais. As enseadas de Ganchos são voltadas para o norte. Nós, seguindo o Vento Solar, fomos para a Praia do Tinguá. Chegamos por volta das 19:30h quando as lanchas já estavam se retirando. À noite nosso chef a bordo Polaco preparou um risoto de linguiça, rúcula e vinho tinto que apreciamos junto com o Cmte. Jorge Silveira e a esposa Fátima, do Vento Solar. Lá pela tantas percebemos uma lancha pegando fogo, encalhada na areia da praia. Nesta hora haviam somente uma meia dúzia de lanchas e três veleiros ancorados na pequena enseada.

 
O que sobrou da lancha queimada
 
Na manhã seguinte  na praia ficamos sabendo que alguns elementos depois de tentarem afundá-la e de ter jogado partes da mesma na água a encalharam. Muito provavelmente voltaram, já escuro, e atearam o fogo. Qual o motivo permanece uma incógnita.

O Tinguá ancorado na baía que lhe deu o nome
A pequena Praia do Tinguá é muito calma (com ventos de N a E) e deliciosa. Mas nos fins de semana após as 12:00h lota de lanchas e jet-skys. É a hora limite para se mandar. Almoçamos e tomamos o caminho de volta a sede centro numa gostosa velejada com NE de 11-13 nós de popa. Nas proximidades do Mangrulho o vento rondou rapidamente para ESE e completamos as cerca de 5 mn faltantes velejando em orça. 

Ao meio-dia as lanchas já são muitas no Tinguá

domingo, 11 de dezembro de 2011

Volta À Ilha Rapidinha

Neste sábado aconteceu a 43ª edição da Regata Volta à Ilha de Santa Catarina, promovida pelo ICSC-VI, a maior e mais tradicional prova da vela de oceano do estado. Em cerca de 70 mn circunda a Ilha de Santa Catarina no sentido contrário aos ponteiros do relógio. Neste ano com ventos S e SE o veleiro Manos Champ bateu o recorde da prova, que era do Catuana Kim (Thor12.5) desde 2003, com o tempo total de 08:43:10h.

Participei na tripulação do veleiro Revanche (Fast345), do Cmte. Celso Farias, completando a regata em 11:15:04h. Foi a melhor das minhas poucas Volta à Ilha, pela primeira vez com vento sul, numa velejada muito gostosa. Aliás, todos os tripulantes que chegavam ao clube após completar a regata eram só sorriso e satisfação. Minhas outras participações foram sofridas, com a interminável "subida" da costa leste contra o  nordestão, o mar e a corrente. 

 No inicio da regata fazendo escora

Largamos às 10:05h com vento S de 8-10 nós que a medida que "descíamos" a Baía Sul ia aumentando até os 16-18 nós. Fizemos peeling da genoa para 10 minutos depois retornar a genoa 1 com a diminuição do vento. Saímos na Barra Sul às 13:20h com o vento voltando a subir e na altura da Praia dos Açores subimos a vela balão num quase través. Até contornarmos a ponta Sul da Ilha de Santa Catarina às 13:50h a velejada foi tensa pela intensidade do vento, o mar mais mexido devido ao costão e as rajadas provocadas pelo embate das Ilhas Três Irmãs. Subimos a costa leste com média de mais de 8 nós e surfadas de mais de 10 até o vento baixar para 12-13 nós em frente a Praia do Santinho. Descemos o balão ao cruzarmos a Ponta do Rapa (o ponto mais ao norte da ilha) e seguimos velejando de través até entrarmos na Baía Norte para o último trecho, em contra-vento. Cruzamos a linha às 21:15h.

 Em frente a Praia do Forte, já na Baía Norte

Fotos e clip em www.esportesdomar.com.br.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Acidente com Galdo no Caribe

Neste inicio de semana fomos surpreendidos pelo acidente com Andy e Galdo, do veleiro Baleeiro (Corbin39). O casal realizava serviços de manutenção no veleiro, no seco, em uma marina em Chaguaramas, em Trinidad e Tobago, quando o mastro de mezena (segundo mastro menor a ré do principal, nos veleiros armados em ketch) do mesmo caiu e tocou na rede elétrica vitimando Galdo (Geraldo Aguiar). Andy (Andréa Passos) chegou a ser hospitalizada, mas passa bem.


Andy e Galdo, como eram conhecidos entre os cruzeiristas, eram gaúchos e estavam no Caribe desde 2004 velejando e morando a bordo do Baleeiro, fazendo charters ou mesmo trabalhando em outros veleiros, como skipper e chef, na alta temporada do Caribe.  Amantes da natureza e dos animais eram ativos na defesa dos mesmos, em especial aos golfinhos, através do Projeto Escotilhas. Conheça mais o que este casal fez junto acessando www.andygaldo.com e lendo seus blogs.


Lamentável este acidente. Não conheci o Galdo pessoalmente, mas no final do ano passado quando fui para o Caribe, no Guga Buy, com o  Cmte. José Zanella, tão logo chegamos a Trinidad & Tobago eles me enviaram email colocando-se a disposição no Caribe para informações, dicas, etc. Na ocasião vi o Baleeiro "hibernando" numa marina próxima a que ficamos, em Chaguaramas.
 
Barcos e redes elétricas não são compatíveis e eletricidade com água muito menos. Além da possibilidade do mastro tocar em redes, o que também já causou acidentes aqui em Florianópolis, outro perigo é com relação ao uso da eletricidade em reparos no barco com a presença da água por perto. Notadamente no uso de ferramentas e equipamentos elétricos. No final da década de 80 perdi um amigo eletrocutado quando utilizava uma furadeira para fazer um reparo em seu barco.


(Com informações de veleiroplanetaagua.blogspot.com e maracatublog.wordpress.com )

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Angra no Inverno ou no Verão?

Muitas vezes tenho ouvido comentários sobre a melhor época para cruzeirar de veleiro na região de Angra dos Reis, mais apropriadamente na Baía da Ilha Grande, que abrange Angra, Paraty e a própria Ilha Grande. Depois de ter experimentado o verão e o inverno, em cada época o Tinguá permaneceu por cerca de quatro meses lá, já posso opinar. Vamos abster o fato de que aqui em Santa Catarina o inverno não é favorável para velejar, o que daria um ponto a favor de levarmos nossos barcos para Angra/Paraty nesta estação.

Verão: a Enseada da Tapera no Sitio Forte, lugar de veleiros

Pela minha experiência  as duas estações foram ótimas, cada qual com vantagens e desvantagens. No verão é muito quente o que incomoda para dormir e permanecer no barco no período de sol mais forte, no entanto no inverno a água é mais fria. No verão venta menos e temos as trovoadas de fim de tarde. Já no inverno temos maior constância de bons ventos, mas também os SW fortes nas entradas das frente frias. No verão chove mais e a quantidade de barcos motorizados é enorme. É preciso chegar cedo nos lugares mais procurados e sair por volta do meio dia quando chegam as lanchas. E aqui não se trata de preconceito, mas fato comprovado por quem quizer. A maioria das lanchas não respeitam limite de velocidade, as outras embarcações, a natureza, as regras de trânsito no mar e muitas não sabem, mesmo com marinheiros que deveriam ser habilitados, ancorar. É lógico que existem muitos condutores de lanchas e iates habilitados e conscientes, mas infelizmente eles ainda são minoria.

Inverno: Saco do Mamanguá em dia típico

Dizem os moradores da região que a melhor época não é o verão, nem o inverno e sim o outono. Esta estação ainda não experimentei, mas chego lá. Uma certeza eu já tenho: é a melhor região do Brasil para se curtir num veleiro.

domingo, 13 de novembro de 2011

Regata Ele & Ela da Avelisc

A Regata Ele e Ela para veleiros minioceano, na Lagoa da Conceição, já é uma tradição. É uma regata festiva realizada pela Avelisc em novembro após o encerramento do ranking anual, numa confraternização entre os velejadores e suas famílias. Ontem ocorreu a edição 2011.

O tempo não ajudou desta vez com um dia nublado, feio e mais frio, com vento sul na casa dos 12 nós. Na classe Bruma19 novamente só o Mutley e o Imagine, assim combinamos de levarmos além da Ela também nossos filhos menores.
Clip do www.esportesdomar.com.br sobre a regata

Diante do receio da família com o vento mais forte (na marina onde o Mutley fica o sul entra bem de frente sem obstáculos) optei pela genoa 3 o que veio a ser mostrar um erro. Mesmo porque o percurso era um popa só desde as proximidades da Avenida das Rendeiras até a Costa da Lagoa, na altura do Restaurante Coração de Mãe.

Chegamos na frente mas não levamos. No início da regata quanto estava armando a "asa de pombo" meu filho Gabriel no timão deu uma encostada, bordo com bordo, no Imagine. Então há poucos metros da chegada, desfiz a "asa de pombo" e paguei a penalidade. Cruzamos a linha ainda com 10s de vantagem, mas perdemos por 6s no tempo corrigido. Parabéns ao Gustavo e família que estiveram sempre no nosso lado ou muito perto.

A "Família Avelisc" confraternizando após a regata


Depois da regata uma gostosa confraternização entre os participantes, como também é tradição, na linda Costa da Lagoa.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Estações de Vento do Frank

Cada um tem a sua preferência em termos de informações meteorológicas. Uns preferem as cartas sinóticas, outros os meteogramas do CPTEC, alguns outros as previsões da NOAA ou do BuoyWeather, tem os que adoram o WindGuru e por aí vai. Eu prefiro consultar várias fontes que podem variar conforme o propósito: velejar nos arredores da Ilha de Santa Catarina, fazer travessias em mar aberto, velejar na Lagoa da Conceição nas regatas da Avelisc, viajar por terra ou simplesmente saber como vai se comportar o tempo nos próximos dias. No caso de ir velejar na Lagoa, com meu Bruma19 "Mutley", incluo entre minhas consultas as informações on line das estações de vento do pessoal do vôo livre, wind e kite disponíveis em www.frank.ihas.com.br, site do amigo Frank Iha.