Qual de nós cruzeiristas, que gostamos de colocar nossos barcos a disputarem uma regatinha aqui e acolá, já não se sentiu discriminado em algum dos grandes eventos da vela nacional, como a Semana de Vela de Ilhabela e os vários Circuitos de regatas, como o recente do Rio de Janeiro? A propósito deste quase desprezo pelo pessoal das classes RGS, APS, Bico de Proa e Multicasco a Equipe Boteco1, do Rio, fez uma interessante carta aberta, que pode ser lida aqui.
Os organizadores, e a mídia é levada a isto também, só tem olhos para a classe ORCi 500, no máximo para as classes ORCinternacional e ORCclube. Não há dúvida que ali estão as máquinas de regata e os velejadores profissionais, mas não é preciso esquecer olimpicamente dos demais. Como seria a Semana de Vela de Ilhabela se só participassem a meia duzia de barcos da ORCi 500? E a Santos-Rio?
http://www.boteco1.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2802&Itemid=32
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
De Volta a Toca da Lontra
Com o nordestão soprando direto, dia e noite, o que nos fez retornar ontém da Ponta do Papagaio, hoje fomos velejar de Mutley (nosso Bruma19), na Lagoa da Conceição. Fomos todos (Claci, Gabriel, Rafel e Eu) cedo para aproveitar a manhã quando o NE estaria soprando menos.Queria testar a nova genoa 2 em Prolam, feita pela Carlos Saas e que, por falha dos Correios, não chegou a tempo para as últimas regatas, do dia 19/10. Acabei esquecendo a vela em casa. Então fomos de mestra rizada e genoa 3, pois o NE já era de mais de 10 nós e só ia aumentar.
No final da gostosa velejada, antes de retornar para a Marina Verde Mar, fomos comer lula recheada com uma cervejinha na Toca da Lontra, barzinho manézinho na beira da lagoa, aonde não íamos a muito tempo. A Toca fica no final da Servidão do Retiro da Lagoa, um dos melhores cantinhos da Lagoa da Conceição e a lula é uma delícia.
domingo, 1 de novembro de 2009
Passeio Frustante
Com a previsão de sol e calor para o feriadão preparei o Tinguá e descemos êle para a água na sexta-feira. Como o vento seria NE em todo o período estava com planos de ir para a Praia do Tinguá, mas os amigos Antônio Moura, do Blue (Fast310), e Eduardo Zanella, do Guga Buy (Far40), convidaram para ir para a Ponta do Papagaio, situada na Praia da Pinheira, a primeira no continente ao sul da Ilha de Santa Catarina. Um local que a muito estava querendo ir com o Tinguá.
Saímos do trapiche do ICSC por volta das 09:30h, com NE de 6-8 nós, para as 17 mn da minha rota. Ao chegarmos próximo a Ilha dos Cardos na barra sul da Ilha o NE cresceu muito e abaixei a mestra também para acalmar a tripulação, pois o mar também cresceu com ondas curtas de mais de metro na alheta de BB, o que tornou a velejada de popa com muita adrenalina. É normal nesta região a conformação dos morros da ilha e do continente acelerarem o NE.
Ancoramos junto a Ponta do Papagaio, o Tinguá e o Blue, já que o Guga Buy resolveu ficar na Praia dos Náufragados e dali retornar no sábado mesmo (veja aqui nossa posição dada pelo Spot). O morro da Ponta do Papagai
Ao amanhecer, o vento continuava forte apesar de as previsões indicarem uma boa diminuida entre 7 e 11 horas. Junto com o Cmdte. Moura resolvemos partir assim mesmo, pois à tarde a coisa seria muito pior. Foram as 17 mn de NE na cara. Até a altura da localidade de Ribeirão da Ilha foi hard com mar de 1,5m e nordestão "na cara". Depois o vento deu uma acalmada (12-14 nós) e o mar baixou permitindo uma navegada mais confortável até o Veleiros da Ilha.
(Foto de Antônio Moura).
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Novo Livro da Kriz
Hoje em cocktail na Livraria Catarinense do Beiramar Shopping, Kriz Sanz velejadora e fotógrafa, mantenedora junto com o marido Artur do site de fotos de vela www.esportesdomar.com.br, lançou seu segundo livro. "O que é que eu tô fazendo AQUI?".Não é um livro de fotos de regatas, como o primeiro "Tribo das Águas", mas crônicas humoradas de algumas "roubadas" em que a Kriz se meteu, mas em geral envolvendo veleiros e regatas, e claro, seus inúmeros cães e gatos. Já li quase todo, tá muito bom.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Mutley é Campeão Novamente
No sábado (17/10) disputamos, Polaco e Eu, com o Mutley as 2ª e 3ª etapas do Estadual e a 8ª etapa do Ranking Estadual de Mini Oceano Avelisc/Fevesc. Depois de muita chuva à noite, houve uma trégua durante as regatas (apenas alguma garoa aqui e acolá) voltando a chuva durante a confraternização e premiação. Temperatura na casa dos 18ºC com pouco vento de N-NE rondado.
A primeira regata, válida como 2ª etapa do Estadual de Mini Oceano, foi um triângulo olímpico mais uma só perna de contra vento, pois a CR encurtou a regata em duas pernas, sem nenhum aviso. Com pouco vento chegamos em segundo lugar, atrás do Imagine.
A segunda regata, valendo como 8ª e última do Ranking Estadual de Mini Oceano e 3ª e também última
do estadual, foi um triângulo mais duas pernas de contra vento e uma de popa. Saímos na frente, fomos ultrapassados logo, no vento muito fraco, e recuperamos a ponta na perna de popa (penultima perna), para ampliarmos a vantagem necessária para vencer o Imagine (e a regata) no tempo corrigido, na perna final de contra vento, com a ajuda do aumento do vento.
Com a vitória na segunda regata conquistamos pela terceira vez o Ranking Estadual (duas seguidas) e o vice campeonato estadual. No estadual, que é disputado em apenas três etapas, foi o melhor resultado possível pois não fizemos a primeira etapa devido a alteração da data programada.
(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip).
A primeira regata, válida como 2ª etapa do Estadual de Mini Oceano, foi um triângulo olímpico mais uma só perna de contra vento, pois a CR encurtou a regata em duas pernas, sem nenhum aviso. Com pouco vento chegamos em segundo lugar, atrás do Imagine.
A segunda regata, valendo como 8ª e última do Ranking Estadual de Mini Oceano e 3ª e também última
do estadual, foi um triângulo mais duas pernas de contra vento e uma de popa. Saímos na frente, fomos ultrapassados logo, no vento muito fraco, e recuperamos a ponta na perna de popa (penultima perna), para ampliarmos a vantagem necessária para vencer o Imagine (e a regata) no tempo corrigido, na perna final de contra vento, com a ajuda do aumento do vento.Com a vitória na segunda regata conquistamos pela terceira vez o Ranking Estadual (duas seguidas) e o vice campeonato estadual. No estadual, que é disputado em apenas três etapas, foi o melhor resultado possível pois não fizemos a primeira etapa devido a alteração da data programada.
(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip).
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Boats Show ou Veleiros x Lanchas
A todo boat show nos grupos de velejadores vem a reclamação da falta de veleiros nestes eventos. Se os há são muito caros, já conhecidos e assim por diante.
A parte simples é que vivemos numa sociedade de consumo e quem promove estes eventos o faz para ter lucro. O custo para se expor também é uma questão de mercado. Há mais lanchas porque vende mais, vendendo mais
tem escala e tem concorrência, o que obriga melhoria de processos e tecnologia na produção, e ferramentas "agressivas" de comercialização, resultando num custo comparativamente menor. Veleiros como vendem pouco não tem escala, tem pouca concorrência, pouco investimento em melhoria de processos e tecnologia, escassas condições para comercialização. Quem já visitou fabricantes de veleiros e de lanchas sabe muito bem do que estou falando. É o profissional versus o amador.
tem escala e tem concorrência, o que obriga melhoria de processos e tecnologia na produção, e ferramentas "agressivas" de comercialização, resultando num custo comparativamente menor. Veleiros como vendem pouco não tem escala, tem pouca concorrência, pouco investimento em melhoria de processos e tecnologia, escassas condições para comercialização. Quem já visitou fabricantes de veleiros e de lanchas sabe muito bem do que estou falando. É o profissional versus o amador.Estes dias estava numa roda com o projetista Márcio Schaefer (dono da Schaefer Yachts), aqui no Veleiros da Ilha, e alguém perguntou porque êle não projetava mais veleiros. (Para quem não sabe o Márcio veleja desde pequeno, é formado na Argentina, onde estagiou com os principais projetistas de lá e começou projetando veleiros, como o consagrado Schaefer31). A resposta dele foi de que não há mercado de veleiros no Brasil. Não para onde êle chegou depois que começou a projetar e fabricar lanchas.
Hoje temos apenas três estaleiros com alguma produção e variedade de modelos (Delta Yachts, Flash e Skipper). Só na Grande Florianópolis existem mais de dez estaleiros que fabricam embarcações a motor (e mais nenhum a vela), sendo que pelo menos seis deles tem podução maior que qualquer um dos construtores brasileiros de veleiros.
Hoje temos apenas três estaleiros com alguma produção e variedade de modelos (Delta Yachts, Flash e Skipper). Só na Grande Florianópolis existem mais de dez estaleiros que fabricam embarcações a motor (e mais nenhum a vela), sendo que pelo menos seis deles tem podução maior que qualquer um dos construtores brasileiros de veleiros.
O complexo é quebrar este paradigma. Saber porque veleiros vendem pouco. A meu ver um grande fator é o cultural. Não temos a cultura da vela. Moramos num país tropical e não gostamos do vento na cara. Para muitos, que conseguiram o sucesso financeiro, a lancha é um grande simbolo de status, onde o importante não é curtir, mas ser visto. Bem, eu prefiro ser este bicho exótico: velejador.
(Foto de Andreas Willecke, do veleiro Mood Indigo).
(Foto de Andreas Willecke, do veleiro Mood Indigo).
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Abobrinhas...
O clima continua difícil para nós velejadores. Muita chuva, uma frente fria atrás da outra provocando muita instabilidade no tempo, com ventos fortes sem mais nem menos, ressacas seguidas e temperaturas desagradáveis. Deste modo o Tinguá tem velejado pouco. Deixamos de participar da Regata Balneário Camboriú, no sábado 19. A última saída foi em 20 de setembro, num dos poucos domingos de bom tempo dos últimos meses. Aproveitamos para levar as esposas e mais o casal de amigos (Rô e Polaco) para uma gostosa velejada na Baía Norte, com parada para um churrasquinho a bordo, ancorado em frente a Santo Antônio de Lisboa. Na volta apreciamos inúmeros golfinhos cercando um cardume. Foi a primeira vez que vi golfinhos tão dentro da Baía Norte, próximo à Avenida Beira Mar. Infelizmente só havia uma câmera a bordo, sem bateria...
Não tinha comentado ainda, mas o Guga Buy cresceu. O barco (um Van der Stadt 29') do Cmdte. José André Zanella e seu filho Eduardo, conhecidos de todos os cruzeiristas, no qual fiz várias gostosas travessias e aprendi muito, foi vendido no inverno passado. No inicio de setembro chegou ao Veleiros da Ilha o novo Guga Buy, um "possante" Far 40'. Ano que vem é rumo ao Caribe...

Recentemente o Estaleiro Skipper colocou no ar seu novo site, com seus novos projetos como o Skipper21 Nano, já uma realidade, e o Skipper38, um lindo projeto de Nestor Volker, que ainda não tem nenhuma unidade pronta. Outra novidade, é que a Skipper comprou a forma do catarinense Neo25 e o incorporou a sua linha de veleiros. Além disso a Skipper está produzindo barcos pelo sistema de infusão, uma tecnologia que permite cascos mais leves, resistentes e homôgeneos, além de ser ambientalmente mais correta. Bons ventos a Skipper. É disto que precisamos, mais estaleiros com maior opção de modelos.
Neste sábado o Mutley voltou as águas da Lagoa da Conceição para disputar a 3ª Etapa da IV Copa CASAN de Mini-Oceano. Primeiro deixa eu explicar: há muitos anos a Avelisc (Associação de Vela e Preservação da Lagoa da Conceição) vem organizando e realizando um campeonato de mini-oceano (veleiros cabinados até 25 pés) em oito etapas, que faz parte do calendário da FEVESC, que o chama de Ranking Catarinense de Mini-Oceano. Paralelamente a mesma FEVESC realiza, também na Lagoa da Conceição, o Estadual de Mini-Oceano, em três etapas, sendo a primeira e terceiras coincidentes com as sexta e oitava etapas do ranking. Desde de 2006 a Avelisc logrou conseguir o patrocínio da CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) para o campeonato. Neste ano por diversos motivos, este patrocínio só se concretizou em julho passado para quatro etapas, que seriam as 6ª, 7ª, 8ª e a Ele & Ela, uma tradicional regata festiva de encerramento da temporada. Acontece que a FEVESC não quer mais a CASAN em seu campeonato. Então foi preciso fazer uma regata não prevista para ser a 3ª etapa. Lembram daquela regata que transferiram de data em agosto e não pude fazer por estar com viagem programada na nova data? Pois bem valeu para três campeonatos, e com a ausência o Mutley ficou praticamente sem chances em dois deles...
Pois bem, a regata no sábado foi disputada com ventos fracos, parantes e rondantes do quadrante sul e após estar vencendo-a da largada até a última volta, com certa facilidade, deu um branco total no comandante...foram tantas as "cagadas" que não vou nem comentar. O fato é que acabamos em terceiro lugar, pela primeira vez perdendo uma posição pelo tempo corrigido.
(Foi tão vergonhoso que o www.esportesdomar.com.br não publicou nenhuma foto do Mutley nesta regata).
Não tinha comentado ainda, mas o Guga Buy cresceu. O barco (um Van der Stadt 29') do Cmdte. José André Zanella e seu filho Eduardo, conhecidos de todos os cruzeiristas, no qual fiz várias gostosas travessias e aprendi muito, foi vendido no inverno passado. No inicio de setembro chegou ao Veleiros da Ilha o novo Guga Buy, um "possante" Far 40'. Ano que vem é rumo ao Caribe...

Recentemente o Estaleiro Skipper colocou no ar seu novo site, com seus novos projetos como o Skipper21 Nano, já uma realidade, e o Skipper38, um lindo projeto de Nestor Volker, que ainda não tem nenhuma unidade pronta. Outra novidade, é que a Skipper comprou a forma do catarinense Neo25 e o incorporou a sua linha de veleiros. Além disso a Skipper está produzindo barcos pelo sistema de infusão, uma tecnologia que permite cascos mais leves, resistentes e homôgeneos, além de ser ambientalmente mais correta. Bons ventos a Skipper. É disto que precisamos, mais estaleiros com maior opção de modelos.
Neste sábado o Mutley voltou as águas da Lagoa da Conceição para disputar a 3ª Etapa da IV Copa CASAN de Mini-Oceano. Primeiro deixa eu explicar: há muitos anos a Avelisc (Associação de Vela e Preservação da Lagoa da Conceição) vem organizando e realizando um campeonato de mini-oceano (veleiros cabinados até 25 pés) em oito etapas, que faz parte do calendário da FEVESC, que o chama de Ranking Catarinense de Mini-Oceano. Paralelamente a mesma FEVESC realiza, também na Lagoa da Conceição, o Estadual de Mini-Oceano, em três etapas, sendo a primeira e terceiras coincidentes com as sexta e oitava etapas do ranking. Desde de 2006 a Avelisc logrou conseguir o patrocínio da CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) para o campeonato. Neste ano por diversos motivos, este patrocínio só se concretizou em julho passado para quatro etapas, que seriam as 6ª, 7ª, 8ª e a Ele & Ela, uma tradicional regata festiva de encerramento da temporada. Acontece que a FEVESC não quer mais a CASAN em seu campeonato. Então foi preciso fazer uma regata não prevista para ser a 3ª etapa. Lembram daquela regata que transferiram de data em agosto e não pude fazer por estar com viagem programada na nova data? Pois bem valeu para três campeonatos, e com a ausência o Mutley ficou praticamente sem chances em dois deles...
Pois bem, a regata no sábado foi disputada com ventos fracos, parantes e rondantes do quadrante sul e após estar vencendo-a da largada até a última volta, com certa facilidade, deu um branco total no comandante...foram tantas as "cagadas" que não vou nem comentar. O fato é que acabamos em terceiro lugar, pela primeira vez perdendo uma posição pelo tempo corrigido.
(Foi tão vergonhoso que o www.esportesdomar.com.br não publicou nenhuma foto do Mutley nesta regata).
terça-feira, 15 de setembro de 2009
E o Mutley Não Ganhou...
A 7ª Etapa do Ranking de Mini Oceano da FEVESC/Avelisc foi transferida de sábado passado para o domingo (13/09) por conta da falta de vento e muita chuva. Sabia decisão, pois no domingo tivemos um dia maravilhoso, com um vento gostoso de S-SE ao redor dos 10 nós. A raia montada na frente da Av. das Rendeiras (sempre na Lagoa da Conceição) consistia de um barla-sota mais dois triângulos e mais um barla-sota e meio.
Polaco e Eu, no Mutley, não ganhamos na Bruma 19 como nas últimas três regatas. Largamos bem e nos mantivemos sempre a frente do Imagine, do nosso amigo Antônio Moura (o ex-dono do Mutley),
numa distância "perigosamente suficiente " para compensar o tempo que pagamos para êle, pois nossa opção pela genoa 2 não nos permitia maior folga apesar da regata correta que faziamos. Mas, na metade da última perna, quando o vento já havia aumentado uns bons 4 - 5 nós com rajadas bem signifivativas, erramos uma cambada e "entregamos o ouro para o bandido"....para grande alegria dele e suas tripulantes (vide foto ao lado). Tem nada não, em outubro rola a última etapa quando quem chegar na frente será o campeão.
(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip)
Polaco e Eu, no Mutley, não ganhamos na Bruma 19 como nas últimas três regatas. Largamos bem e nos mantivemos sempre a frente do Imagine, do nosso amigo Antônio Moura (o ex-dono do Mutley),
(Foto de Kriz Sanz do www.esportesdomar.com.br onde há mais fotos e clip)
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Tingua Desmastreado
Pois bem, estamos aproveitando o inverno para fazer algumas manutenções e melhorias no Tinguá. Depois de passar epóxi nas partes vivas, conforme comentado no post Rumo a Ilhabela, Sem o Tinguá, retiramos o mastro para refazer a enora e assim acabar com as constantes goteiras junto a mesma no teto da cabine e diminuir a entrada de água no pé do mesmo.
Refizemos a enora utilizando, ao invés da borracha original, seções de compensado recortadas e impermeabilizadas uma a uma com silicone e no final com Sikaflex. Para evitar a entrada por dentro do perfil do mastro foi instalada uma chapa de compensado recortada segundo a secção do mastro, a qual é empurrada até uma posição acima da cabine, onde através de um furo no mastro foi vedada com espuma de poliuretano. O mesmo furo serve para escoar a água que penetra no interior do mastro pelos fendas das adriças. O que segundo o Elói Frantzen, um dos construtores dos Schaefer31 e Tor12.5 e responsável pelo serviço, funciona muito bem.
Mesmo as buchas de Delrin das roldanas das adriças no mastro ainda estarem em bom estado, aproveitamos a ocasião e substituimos todas por buchas de bronze.
Aproveitamos a retirada do mastro para instalar a antena de TV no tope do mesmo, o que o eletricista Magrão não havia conseguido, anteriormente, em dois dias de trabalho. O problema é que o conduíte instalado no mastro de 1/2" polegada é insuficiente para a fiação que desce do tope. Só conseguimos passar porque substituimos os fios da luz de tope por um cabo com 5 fios finos. Isto foi possível porque uma das melhorias que fizemos foi instalar uma luminária com lâmpadas led (com luzes de navegação, tope e ...estrobo, que prometo não usar!), o modelo Amazônia Mirim da Optolamp.

A última correção foi a da gaiúta de proa, aquela que o estaleiro corrigiu nos outros Skipper30 aqui do Veleiros e nós recusamos pois não haviamos sentido o problema (veja o post Mais Defeitos).
No mais foram algumas manutenções como um guarda mancebo torto, um vazamento de água numa conexão hidráulica...coisinhas normais.
Mesmo as buchas de Delrin das roldanas das adriças no mastro ainda estarem em bom estado, aproveitamos a ocasião e substituimos todas por buchas de bronze.
Aproveitamos a retirada do mastro para instalar a antena de TV no tope do mesmo, o que o eletricista Magrão não havia conseguido, anteriormente, em dois dias de trabalho. O problema é que o conduíte instalado no mastro de 1/2" polegada é insuficiente para a fiação que desce do tope. Só conseguimos passar porque substituimos os fios da luz de tope por um cabo com 5 fios finos. Isto foi possível porque uma das melhorias que fizemos foi instalar uma luminária com lâmpadas led (com luzes de navegação, tope e ...estrobo, que prometo não usar!), o modelo Amazônia Mirim da Optolamp.
Antena de TV e luminária led instaladas
Outra correção realizada foi na fixação da mesa do salão. Trocamos as buchas de nylon nos pés da mesma, que tinham folga, e ela agora não parece mais aquelas mesas de bar que precisam de um calcinho para não balançarem. Também corrigimos as buchas mal dimensionadas na fixação da retranca ao mastro, que deixava-a inclinada. Corrigimos ainda a fixação da extensão do sofá do salão, pois a original não funcionava bem.A última correção foi a da gaiúta de proa, aquela que o estaleiro corrigiu nos outros Skipper30 aqui do Veleiros e nós recusamos pois não haviamos sentido o problema (veja o post Mais Defeitos).
No mais foram algumas manutenções como um guarda mancebo torto, um vazamento de água numa conexão hidráulica...coisinhas normais.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Tinguá Também Tem Twitter
Acho o twitter meio "bobinho", mais uma destas "invenções" que a nossa sociedade de consumo nos faz sentir necessidade, mesmo sem sabermos porque. Sabe aquela sensação de "peixe fora d'água"...se você não está ou não tem você é um alienado...
Em todo caso, como amamos o mar não podemos ficar fora d'água...criei uma conta no twitter para o Tinguá (@veleirotingua) e outra para mim (@lflbeltrao). Vai que o negócio não seja só uma nova maneira de perder tempo...E vamos tentar dar umas tuítadas.
Aproveito para informar que adotei em definitivo meu endereço de email do google: lflbeltrao@gmail.com.
Estivemos em Aracaju, neste feriadão, para o aniversário de 3 anos de meu neto mais velho, Pedro. Enquanto o Tinguá ficou fazendo algumas manutenções e melhorias, das quais falo num próximo post.
Em todo caso, como amamos o mar não podemos ficar fora d'água...criei uma conta no twitter para o Tinguá (@veleirotingua) e outra para mim (@lflbeltrao). Vai que o negócio não seja só uma nova maneira de perder tempo...E vamos tentar dar umas tuítadas.
Aproveito para informar que adotei em definitivo meu endereço de email do google: lflbeltrao@gmail.com.
Estivemos em Aracaju, neste feriadão, para o aniversário de 3 anos de meu neto mais velho, Pedro. Enquanto o Tinguá ficou fazendo algumas manutenções e melhorias, das quais falo num próximo post.
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